quarta-feira, 18 de setembro de 2024
Isto agora não sai nem com tira nódoas
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
Hall 2022
quarta-feira, 8 de junho de 2022
Os pregos da quarentena
[SPOILERS] Segundo filme deste ano com pistola de pregos. Mais, segundo filme deste ano com pistola de pregos onde uma jovem pequenita varre bandidagem de metro e noventa. Ainda melhor, segundo filme deste ano com pistola de pregos que eu apreciei bastante e que possivelmente irei abordar no meu top final de ano. Isto se não aparecerem mais dez filmes com pistolas de pregos e eu depois ter de escolher quais ficam e quais vão.
segunda-feira, 2 de maio de 2022
Os limites do rosé
Os voos picados e as piruetas da câmara levam-se bem com uma caixinha de vomidrine agora este ataque ao rosé é esticar um bocado a corda. Até eu que não sou especial fã do vinho reconheço que se calhar o Michael Bay foi longe demais.
domingo, 10 de abril de 2022
O tamanho importa
Gosto bastante do primeiro Jack Reacher. Na altura nem percebi bem as queixas dos fãs. Dos fãs dos livros. Que o Tom Cruise era um caga tacos e que a personagem era grandalhona. E, agora que vi a série, sem descurar o filme, de facto, o facto de ele ser uma montanha faz toda a diferença. O fenótipo aqui é essencial na improbabilidade, ou na injustiça de não associarmos demasiado músculo a demasiada inteligência. Reacher é um brutamontes, que não passa despercebido a ninguém, mas que carrega um génio furtivo à la Sherlock. E isso acaba por ser a identidade de todo o sistema; dele, à volta dele e do mistério em si. Bem escrito, bem interpretado e com o melhor par de bofas de mão aberta de que tenho memória. Que bruto, que grande bruto*.
*posso estar enganado mas este moço dava um mimo de Terminator.
segunda-feira, 7 de março de 2022
Os pecados de Harry Ambrose
quinta-feira, 3 de março de 2022
The Batman (2022)
É o Director's Cut do Matt Reeves. Direitinho para o cinema. Tiro-lhe o chapéu, tiro sempre o chapéu a quem faz o filme que quer. Para além disso, dedo certeiro no casting - destaque para Colin Farrell - e mão segura na câmara. Alguns planos na primeira pessoa, nas sequências de ação, são fabulosos, e depois temos a chuva, sempre a chuva, a marcar o passo noir. O detetive morcego, casa adentro. De facto o início prometia algo completamente diferente, não melhor ou pior, diferente. Eu ia à procura de uma reformulação: que as personagens tivessem outra diretiva para além do passado, dos pecados, da corrupção, do crime. Mas The Batman enrola-se em repetitivos chamamentos no céu, para ir aqui, depois ali, nos mesmos espaços, vezes sem conta, sem grande criatividade. Atos também ausentes na resolução do mistério principal, demasiado gordo para um fecho tão previsível e fragmentado. Num puzzle destes queremos sempre participar, agarrar na lupa, destapar surpresas. Aqui não nos é permitido, quer pela frieza dos passos, quer pela indiferença das próprias relações. Não há nada de errado com o conjunto, não senti foi o apelo à vingança - pedia outro nível de violência - nem a adrenalina de um contrarrelógio. Um dos enigmas mais aguardados do meu ano, que se resolveu com gosto mas muito pouca emoção.
-
Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...



.png)
.png)
.png)
.png)
