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A mostrar mensagens de Agosto, 2008

Duracel

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Este novíssimo poster do Saw V diz que nós não vamos acreditar como acaba . Eu acho que o que eles queriam dizer é que nós não vamos acreditar que acaba , porque pelo andar da carruagem vão continuar a reanimar este cadáver por mais uns largos anos.

"maybe you're right and maybe i'm wrong"

A mais que óbvia banda sonora para o New York, I Love You . lcd soundsystem, n ew york i love you but you're bringing me down

I got soul, but I´m not a soldier

[A propósito dos Jogos Olímpicos, do anúncio da Nike e de tudo o que ficar bem nesta quarta-feira]

Não combina

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Existem três coisas neste mundo que não combinam: - batatas fritas com leite condensado; - a música Requiem For A Dream no trailer do Rebelde Way ; - e a Cher como Catwoman . Se a primeira é possível e a segunda (infelizmente) existe, esperemos que a terceira seja apenas uma piada de mau gosto.

O regresso do xunga

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Doomsday - Juízo Final é uma mistura de Fuga de Nova-Iorque , Mad Max , 28 Dias Depois e tem ainda um cheirinho de Robin dos Bosques . Para além disso é já das minhas xungalhadas favoritas do ano! É um divertimento bruto, cru e inconsequente que dá um gozo dos diabos experimentar, principalmente aos fãs de Carpenter (temos direito a uma menina com pala no olho e tudo) e da assumida série B, suja e rasca onde o sangue e o suor são espalhados com eficácia e uma mão firme. Neil Marshall , realizador do excelente A Descida , entrega-nos assim a sua homenagem a um cinema que já não existe, que morreu enlatado e esmagado no meio do VHS. Tem um final tão cool como a sua protagonista ( Rhona Mitra , suspiro) e a música é esta aqui.

Aí está

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Lá para trás perguntei. Hoje descobri a resposta. A tradução portuguesa de Young People Fucking é Sexo Sem Complicações . Está giro.

Cidades

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Mais uma cidade e mais uma dúzia de histórias. Quem as conta dá-nos um olhar diferente da sua rua, da maneira como cheira e vê este organismo vivo e complexo. Escolhem-se os pequenos espaços da vida de cada um em detrimento dos grandes planos e lugares comuns, são histórias de personagens num ponto certo da personagem cidade. E assim temos o primeiro trailer de New York, I Love You . Depois do fantástico Paris, Je t’Aime (que aconselho vivamente) é a vez da cidade que nunca dorme dar um ar da sua graça, numa homenagem intitulada Cidades do Amor . Por detrás do pano temos nomes como Allen Hughes , Mira Nair , Brett Ratner , Fatih Akin e até a menina Scarlett Johansson . Quanto ao elenco temos gente de todo o lado: Kevin Bacon, Maggie Q, Orlando Bloom, James Caan,Chris Cooper,Carla Gugino, Ethan Hawke, John Hurt, Natalie Portman (repetente nesta saga que assume agora também a realização) entre muitos outros. A estreia está marcada para Fevereiro de 2009, data já assinalada a marcado

All the Boys Love Mandy Lane

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All the Boys Love Mandy Lane foi, desde o início, um amor marginal. Timbrado com datas incertas e chegadas sinuosas [estreou no Festival Internacional de Toronto em 2006], passou dos carris da série B para os vagões da frente aqui do estaminé, sempre com o pretexto do poster ou do trailer, sempre com desculpas até à hora do esperado encontro. E a espera acabou. Aquele all the boys já tem mais um membro. Mandy Lane é a rapariga mais bonita da escola, da rua, da terra, do mundo, e é o mundo para todos os homens, rapazes, que vêm na sua pureza e ingenuidade a perfeição. E é no passeio inicial, pelos estreitos corredores da escola, que vemos a brilhante e tímida estrela pela primeira vez, ficando também nós rendidos aos longos cabelos louros. A história segue simples e eficaz como manda o molde do género: um fim-de-semana numa quinta distante, com um sem número de pretendentes, acaba numa festa pintada a vermelho sangue, pois mais alguém fez questão de aparecer, mais alguém que leva o

Love like yours will surely come my way

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Anne Hathaway é uma daquelas canções. Daquelas que não se gosta à primeira audição, nem à segunda, mas ao ouvir uma e outra vez, a melodia vai crescendo e amadurecendo que nem um bom vinho. E se antes mudava de rádio agora estou sem dúvida em sintonia com esta jovem actriz. Isto porque está aí o trailer de Rachel Getting Married , que conta a história de uma família e da sua difícil reunião para o casamento da irmã mais velha . Uma das coisas que gosto muito neste género de filmes é traduzida na perfeição na frase final deste aperitivo: This is not your family / But this is your family [Vemos sempre as nossas fotografias e as nossas memórias num ou noutro diálogo, reconhecemos sempre os nossos pais, primos e irmãos num ou noutro recanto]. E o Everyday é daquelas canções que não tem tempo nem idade, aqui num excelente cover dos Rogue Wave.

Head back to the Milky Way

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Voltar de férias é como acordar de um sono profundo. Como um Mel Gibson de repente descongelado uma série de anos depois, a tentar acompanhar e absorver as novidades do mundo actual. Cinematográfico. As imagens são muitas e tentar aprender tudo de repente não só é impossível como faz mal à saúde. Ficamos então com a opção de ir recuperando a memória aos poucos, devagarinho, preenchendo lacunas mais ou menos surpreendentes. Tirando as ligaduras e tentando secar aos poucos a dor de cabeça, voltando a identificar as caras amigas e as feições familiares. Claro que ficamos sempre com a hipótese do buraco negro (ou na gíria do Google Reader a hipótese mark all as read ) em que o tempo de férias não se converte em créditos finais, permanece lá, como hiato vazio e desconhecido. Um pouco à semelhança da música Guaranteed (Into the Wild) em que aos 3 minutos cai em silêncio, para retomar o instrumental algum tempo depois. Ainda melhor, ainda mais bonito.

Férias

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Vou ali descansar e provar o mar. Regresso dia 11. Até lá.