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A mostrar mensagens de Agosto, 2014

A seguir

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Mantenham-se nas rochas amigos

Gostava de um dia percorrer a estrada noticiosa e não espetar os cornos num reboot . Sagrado como cocó de andorinha, lá estão eles a sujar as marquises do nosso sossego.

Waitin' On A Sunny Day

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Desculpem lá, não ser sempre assim, diz Draft Day a todos os corações 90, enquanto acerta asseado na cortiça. Montagem traquina mas serena, díptica mas coesa, a agarrar bem os diálogos e a pressão do relógio. O peso distribuído em cima de Costner , do velho, e do novo que é velho, do seu lugar aqui e agora. Ele sabe isso e brinca com o jogo, ele sim o verdadeiro Expendabl e. Era isto uma tarde ou outra, e o nosso descanso seria risonho.

Todas as cores no branco

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O poster é quase tão elegante como a protagonista. O filme, infelizmente, não segue essa tendência e deixa-se atafulhar na ganância. À espreita de uma identidade apressada, para não engelhar. Talvez num formato maior, com mais espaços, o espaço não fosse tão frustante.

Acho que agora até já há o maiores de 14

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Ainda não vos contei que quando fui ver o Dawn of the Planet of the Apes uma gaiata começou a chorar. Escuro, floresta, veados. Tudo bem, pacífico, um quase silêncio com os últimos estúpidos a arrotar enigmas. Veados a pastar, e de repente macacada com fartura. Ahhhhhhhhhhhhhhh! E vá choro! A mãe: calma, calma, já passou! Já passou já, toma lá com um urso nas fuças. Ahhhhhhhh! E sairam da sala.

Painel "O Dia em que o Marco bateu na Sónia" na Comic Con Portugal

Está confirmado!Realizador, elenco, produtor e mais uns quantos gajos que ajudaram, marcarão presença na Comic Con Portugal . A 7 de dezembro o painel "O Dia em que o Marco bateu na Sónia" promete surpresas, trailers, cenas, cenas escondidas e novidades em relação à (já inevitável) sequela.

Take MGM 90 Anos

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O rugir do leão, a assinalar as 36 badaladas. Chegaremos claro às 90, mas agora é parar para saborear. www.take.com.pt

Cliff Martinez

Ba ba dook

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Agora em primeiro nas listinhas do desejo. Já com direito a trailer e tudo.
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Twice

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Procurei só um bocadinho, não me ia aborrecer em demasia, mas não encontrei nada que justificasse o título português de Begin Again , Num Outro Tom . O realizador é o mesmo, é sobre música e músicos, mas vá lá. Por favor. Já viste No Mesmo Tom ( Once )? Não mas já vi no outro. No outro é melhor que no mesmo, e por aí fora. Não se pode parir assim uma biologia oh reis da preguiça.

"A Lagoa Azul 4" procura par principal

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Não sabia que A Lagoa Azul era um remake . Sabiam? Se calhar sim e eu é que ando aqui a brincar com esta merda. Mas dano corrigido e toda a enciclopédia desta trilogia agora em dia. Daí, ser imprescindível anunciar um novo capítulo, filmado cá em Portugal, que por motivos orçamentais não vai ser numa lagoa mas sim num charco temporário. Para não fugir à marca, o nome mantém-se:  Lagoa Azul 4 . A produtora abriu hoje um casting relâmpago para o duo protagonista que se vai ver perdido num ilhéu ao largo do Algarve. Depois há um charco, e beijaria, e uvas, e cenas. Ansioso.

Jozef van Wissem

Como amar meio filme

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Desde The Innkeepers que um micro despertava tamanho macro. Terror e contradição, respectivamente. O filme do Ti West quase que tem desculpa, ou melhor, é fácil perdoar (agora que olho de longe). O caso de In Fear é mais delicado. Estreia cinematográfica de Jeremy Lovering , que à semelhança do género dentro do género, reduz a ação a dois atores e um carro, às voltas. Perdidos, num confuso labirinto de árvores apertadas e indicações erradas. O problema é que bem antes do terceiro acto, tudo se monta para o inexplicável ou metafórico. Os segredos do passado, o regresso ao mesmo local, a roupa, as figuras mascaradas. Explicação quase exclusiva de outro significado. Nunca mero plano de mente distorcida. Isto não é  o Eden Lake . Mas, muito rapidamente, atribuem as culpas tipo lista de supermercado e o problema resolve-se. Queria muito, mas mesmo muito, que houvesse apenas a dúvida, para eu continuar com o carro ligado.

Miss agosto

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  Paula Garcés

O Kevin Bacon, que pôs toda aquela gente a dançar

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Irrita sempre a tentativa redutora da vilania. Uma pedra, um corta unhas, um aspirador, terrível porcaria que acaba com o universo. É uma, duas, todas as vezes da nossa pachorra, até o plano deixar de ser real. Como diz Gyllenhaal em Enemy , da primeira vez é uma tragédia, da segunda uma farsa. Mas, apesar do típico, Guardians of the Galaxy consegue, mesmo a rasgar, no limite das forças e regras, apontar a narração para um grupo e suas problemáticas. As línguas, a comunicação, trabalhadas de forma hilariante - mas porque eles têm um pau enfiado no cu? - até conquistarem o filme, a audiência. Descendo aos infernos possíveis do clássico, voltando atrás para apanhar um walkman ou dançando sem tempo na cena de abertura. Vamos lá, come and get your love .

Não falo

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Não falo, de um certo grupo de filmes. Não falo, não porque a voz se foi. Essa é fácil, aldrabar palavras, seguidas de pontos e seguidos de outras palavras. Não falo, ou falo a fugir, esperto das imagens ou músicas. A tentar aliviar uma esfera que nunca será contida. Não falo. Tinha 10 anos quando a minha mãe me levou a ver O Rei Pescador . Do quanto gostámos e vivemos, disso não falo. Obrigado Robin Williams , até sempre.

Cinema Animal - Porco

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Cinema Animal é a nova rubrica do Créditos Finais. Sem maçar, trata-se de um desafio proposto a três ilustres da blogosfera nacional, onde eu digo o animal e eles o filme. Basicamente é isto. E para dar o pontapé de saída eu grunhi PORCO. Vamos ver o que eles responderam Aníbal Santiago Rick's Cinema   Aproveito desde já para agradecer ao Miguel Ferreira por me ter convidado para participar nesta iniciativa, não só por ter considerado a mesma bastante original, mas também por me ter proporcionado a oportunidade de rever "The Simpsons Movie", uma obra que já não via há algum tempo e voltou a divertir-me imenso. O filme não é centrado num porco, o animal do mês desta iniciativa, mas sim na família Simpsons, composta por Homer, Bart, Marge, Lisa e Maggie, embora o primeiro adopte um simpático espécime suíno. Refiro-me claro está ao "Spider-Pig", também conhecido por "Harry Plopper" e "Plopper". Este é um porco que Homer adopta qua

E queria muito este poster

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Todos os dias batia tecla repetida, a ver se já lá estava. Se era o dia. Coherence , foi, depois de Oculus , a minha maior obssessão. Pré visionamento. E quando a saliva enche tal taça, as estrelas ganham outro atrito na saída. A dificultar, +1 , pequenina pérola com uma história e um mecanismo muito idênticos. Faz o teu melhor, disse eu baixinho. Fez e refez, toma e embrulha. Magnífico exercício scy-fy, que à semelhança de Primer faz tudo com pouquíssimo recursos. Usando habilmente o quotidiano, os objectos, referenciando-os como símbolos, jogando e trocando, sentado numa ideia simples. Inacreditável e competente uso da ideia. Desde sempre apaixonado. Mais não digo, agora a lanterna é vossa. Um dos favoritos de 2014.

Danny Bensi & Saunder Jurriaans (2)

Acasalar

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A vontade é carregar a casa de quadros. Pintá-la de alto a baixo, frame a frame. Porque no poema o que fica é a cor. Click, com estatuto de tesouro. Dá pena ir embora: não pelo coração que lá não fica - friiiioooo - mas pela íris que passava lá o resto da vida.

Crítica a The Strain

Chiça, até o Helix é melhor.

Já aí andam

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Um dos grandes episódios do ano

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The Leftovers não é para a vida, nem para se esticar em montanhas e grandes paisagens. É refúgio, um affair mal resolvido do que nos resta. Do que resta. Logo pessoal, arrancando mais ou menos de acordo com os nossos tristes corais. Agora, o que é de facto universal é a capacidade rara de contar, circularmente, pequenas histórias. Muito como Lost (saudosamente) fazia, há aqui a capacidade de emprestar a cada episódio uma identidade intemporal. De coser uma narração que se encaixa mas que simultaneamente se liberta. Muito difícil, a façanha. E Guest - título sublime - é um maravilhoso resto de televisão: onde a resposta é o último abraço que interessa.

Deixar o Brazil

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Primeiro só avisar que está encontrada a vestimenta idiota para a Comic Con de dezembro. Deste modo, quem se lembrar de ir assim, mande uma apitadela de forma a ser providenciada reunião e subsequente conjunto de fotografias neste animado encontro. Dito isto o filme é Gilliam e, sendo Gilliam , é minério. É sempre estimulante desafio, uma honra, delícia, assistir e viajar. A grande questão que, apesar de não afastar cansa, é a cerca. A fidelidade cega ao seu universo e que o faz - um pouco como Wes Anderson - andar às voltas, perdido de vontade por si mesmo. A ideia poderia deixar o circulo, continuaria a ser ideia e nós iríamos ainda mais longe.

Irónica pena

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Gira e gira. É a inesquecível introdução que nos avisa. É inevitável, viver. E cansa, drena o sangue até à última gota de crença. Há um cansaço sedutor nestes dois pesos, que se vão conquistando e equilibrando para - como tão bem se entitula - sobreviver. Charme e comédia, em doses iguais, para podermos aceitar de corpo inteiro aquilo que somos.

Primeiras reações a "O Dia em que o Marco bateu na Sónia"

Apesar de a estreia estar marcada para dezembro, começam a surgir por essa internet fora as primeiras reações a "O Dia em que o Marco bateu na Sónia". Um visionamento surpresa e super restrito libertou os primeiras críticas, e meus amigos se elas são boas: "Genial, divertido, irresistível. É o nosso Marte Ataca !" "Diogo Morgado vai fazer história com este seu Sampaio." "Violento, seco, hilário. Quando pensamos que acalma volta com ventos que nunca antes tinham sido soprados." "Pega n' O Dia da Independência e na Guerra dos Mundos , enfia-os na retrete e puxa um autoclismo soberbo de reimaginação." "Por favor, a sequela, imediatamente!" "Um clássico instantâneo da ficção científica nacional." "Marco conquista o pódio dos melhores heróis de ação da década." " Rapariga eu parto-te toda . Quem nos parte todos é este filme!"

Depois dos ursos