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A mostrar mensagens de Março, 2011

Curta do dia

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Chama-se Inside e tem como protagonista Jeremy Sisto . Bem ambientada e habilmente montada, é a história que faltava para este último dia de Março. A não perder, aqui . [Obrigado pela dica Rodrigues!]

Questão

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Alguém sabe onde posso comprar um cão do The Neverending Story ? Estou farto de andar de carro.

Alerta poster

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The Tree of Life

Depois da meia-noite

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Não fazia a mínima ideia. Tinha lido pouquíssimo sobre o novo filme de Allen . Carreguei no play quase às cegas. E o trailer é inteligente no modo como nos conduz, da escuridão até à luz, até ao inesperado. Fantástica surpresa esta premissa de comédia e fantástico, da Paris de hoje com a Paris de sempre. Há um perfume de regresso, de grande forma. Será?

Musiquinha de trailer

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Senhoras e senhores, a nova Lois Lane

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Eu sou daqueles, poucos, que adorou Superman Returns . De uma ponta à outra. Mas as minorias perdem e agora só se fala na reinvenção de Zack Snyder . E o que vai aparecendo vai apagando aos poucos a revolta e fazendo com que um pequeno jardim de empatia vá florescendo. Actor "desconhecido" no papel principal, Kevin Costner lá pelo meio, e agora Amy Adams . Ela vai ser uma das primeiras damas de super-heróis mais conhecidas de sempre. O seu nome é Lois Lane .

Tinha eu 6 anos

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Acho que ao ouvir esta música viajei mais, no tempo e no espaço, do que se tivesse na mão um daqueles bilhetes volta ao mundo.

Resident Evil de capa e espada

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Mas quantas vezes vamos ter nós que ler em trailers : para cada lenda há um novo início. Eu sei, são os três, outra vez, mas ao menos podiam ter variado a frase, não custava nada.

Lá está

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Não é a melhor notícia do dia. É a melhor notícia do mês . Depois de muito receio e de iguais doses de preocupação Fringe é renovada para uma quarta temporada de 22 episódios. A Fox, especialista em decisões idiotas e inconsistentes, conseguiu (miraculosamente) perceber que tem em mãos uma das melhores séries da actualidade, com uma saúde e ritmo invejáveis. Não podia acabar, simplesmente não podia. E lá está, não acabou.

The train is coming

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No outro dia deu o Money Train , um clássico dos tempos em que eu recortava os posters , a preto e branco, que saíam nos jornais. Ai que saudade.

Dia da Árvore

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Tim : [after climbing down the tree to escape the falling car] I hate trees! Lex : They don't bother me. Tim : Oh yeah? Well, you weren't in the last one!

Como vender um filme

Dia do Pai

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Confesso que o vi tarde. Tarde para quem se amarra sem amarras a esta arte. Mas há sempre tempo, para preencher e corrigir, há sempre tempo para render qualquer exército e cair rendido perante uma obra sem falhas. A cena final é para mim, a melhor cena da história do cinema. E fecha-se a porta.

Bom fim-de-semana

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O regresso de uma princesa

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Tinha perdido a fé por alturas da Mulan . Ela, a fé, foi canalizada para a Pixar, única e somente para os génios do pequeno candeeiro. A tradição continuou, mas o pincel não era o mesmo, o traço tinha-se perdido. E não é que então a velha história da Rapunzel consegue fazer de novo magia. Tangled pega num conto clássico e adapta-o à sua vontade, com as suas regras, com uma frescura e humor invulgares. Há uma harmonia incrível entre o tradicional e o moderno, há a noção plena de que se evoluiu e de que o modo de contar tem de evoluir também. É a aventura à antiga que os dias de hoje andavam a precisar.

De luto

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Darren Aronofsky já não vai realizar o novo filme do Wolverine . Eu ao início achei o casamento estranho mas agora já estava com a fé bizarra de algo totalmente novo. Morreu antes de existir. Um dia vão aparecer imagens com a legenda: teria sido assim. Como o Super-Homem do Tim Burton , que nunca foi.

Miss Março

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Natalie Zea

Uma foto um filme (VII)

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O desafio consiste em agarrar numa foto tirada por nós, deixá-la aqui - em vossas casas - e perguntar a quem lê: que filme a imagem vos faz lembrar? Pede-se apenas o nome, sem porquês nem quês. A minha fotografia é esta. Aguardo pela vossas.

Pergunta dolorosa

Como é que se destrói um ícone de infância? Assim .

Será?

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O trailer de Super 8 não conta história nova, mas caraças, consegue em poucos minutos levar-nos atrás, ao tempo em que as aventuras ainda eram aventuras, em que bastava um mapa para se partir à descoberta, em que bastavam poucos para fazer tudo. E Abrams consegue não contar nada, fazendo com que nós voltemos aquele tempo, que voltemos a acreditar. Esperança no máximo, até Junho.
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Em mês de Justified a Miss Março está mais do que justificada. E está quase quase a chegar.

Nova década, novo acordo ortográfico

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2 é bom, 3 é melhor (III)

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Se em 2010 o estatuto de grande evento foi disputado entre “The Walking Dead” e “Boardwalk Empire”, em 2011 parece não existir grande margem para dúvidas: “Game of Thrones” é o acontecimento televisivo do ano. A adaptação da obra de George R. R. Martin está a criar enorme expectativa. A euforia é quase tão elevada como a que assistimos na conversão cinematográfica dos livros de Tolkien. Aliás, se agarrarmos no livro “A Guerra dos Tronos” lemos no seu verso que “é a mais importante obra de fantasia desde que Bilbo encontrou o Anel.” A referência da capa também não deixa a coisa a meio: “a melhor fantasia dos últimos 50 anos.” São “As Crónicas de Gelo e Fogo” (“A Song of Ice and Fire”), saga com quatro volumes editados na sua língua materna e com outros três por editar - em Portugal cada um destes volumes divide-se em dois. O primeiro livro remonta a 1996 e é aquele que dá então o nome à série da HBO. O autor da obra acompanhou todo o processo e é co-produtor executivo. Nas primeiras im
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Dia Internacional da Mulher

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Não sei se já viram o Shut Up & Sing . Sei que já falei dele aqui, algures, nessa lista de devaneios passados. Hoje, a assinalar a data, trago-o de volta, trago-as a elas, Dixie Chicks: bonitas e talentosas mas acima de tudo exemplos de força. A cena final, em que repetem precisamente a frase que as crucificou, é divinal .

O bonito que queria ser feio

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Tenho um enorme problema com Iñárritu . Ele bem esbraceja, bem tenta acertar-me com os seus socos: no estômago, na cara, na alma, mas nada, saem todos ao lado. Reconheço o esforço mas também acho que é ele, o esforço, que tira a força e credibilidade necessária às suas histórias. Um filme que é feito para magoar nem sempre magoa. E Biutiful arrasta-se nessa vontade, preso por um papelaço incontestável. Reconhecemos toda a parte cénica do desconforto mas falta ele vir até aqui, revirar-nos a barriga e tirar-nos o sono. Como faz tão bem, e de forma muito mais espontânea, Alexander Payne .

Muito jogo e pouca luta

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Tanto dinheiro, tanto aparato, e no fim sai um filme chato. Sim porque TRON: Legacy é, acima de tudo, um filme chato. Arranca com alguma vontade, tem um ou dois picos de excentricidade, mas depois enterra-se na sua própria premissa: a de videojogo. Salva-se uma Olivia Wilde em roupa justinha. E é sempre curioso constantar que o poster conta o fim do filme, adoro.

It´s inner city vs. outer space

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Attack The Block

Dia 5

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Continua a ser das minhas ficções científicas de eleição e aquela cena da ópera, continua aqui tão presente, como no dia em que a vi no cinema.

Cinco filmes, cinco cidades

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2 é bom, 3 é melhor (II)

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Todos conhecemos Neil Jordan, o realizador irlandês de filmes como “Jogo de Lágrimas” ou “Entrevista com o Vampiro”. E, todos conhecemos Mario Puzo, o escritor americano autor de grandes ficções sobre a máfia siciliana. O que une então o cineasta ao artesão das letras? Uma única família: os Borgia. Para além de uma obra inteiramente dedicada a ela (“A Família”), Jordan garante ainda que Puzo baseou o seu “O Padrinho” neste apelido. É um regresso a casa, remata. Regressamos assim a Roma, mais precisamente a 1492, e ao momento em que o patriarca da família, Rodrigo Borgia (Jeremy Irons) se torna Papa, mais concretamente Alexandre IV. Esta ascensão faz com que ele, juntamente com os seus dois filhos, Cesare(François Arnaud) e Juan(David Oaks), e a sua bonita filha Lucrezia(Holly Grainger), se tornem na família mais poderosa e influente da Itália renascentista. Os Borgia ficaram conhecidos como a primeira grande família de crime e já foram retratados inúmeras vezes em séries, filmes e liv

O mistério da gargalhada

O Jackass 3D é de um mau gosto extremo. Asqueroso, nojento e brejeiro. Primário, oco e animal. Tirando isso, já não me ria e divertia assim há uns valentes meses. Venha o quarto.

Filmes com pausa

Não aquela pausa, do estilo, mas sim mesmo o botão, do comando. A lista dos filmes mais pausados está aqui .

Fez cara estranha

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Chamo a atenção para os dois trailers mais WTF que vi esta semana. O primeiro é o de Kaboom , o novo filme de Greg Araki , realizador do díficil Mysterious Skin . Não percebo bem se é Donnie Darko , se é The Rules of the Attraction , sé é os dois, se não é nenhum. O segundo, chama-se Detention , a mais recente película de Joseph Kahn , autor de uma das maiores comédias da década passada: Torque . Aqui não se sabe se é risota, drama ou terror. Não se sabe mesmo. É caso para esperar, nas pulguinhas da estranheza.

Depois de Laura Palmer

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The Killing , a nova série da AMC , estreia dia 3 de Abril com aquelas que prometem ser as duas horas mais interessantes destes próximos meses. Porquê? Porque tem um mistério à la Twin Peaks , um casal de protagonistas com aquela estranheza bonita e o melhor pano de fundo para a chuva cinzenta: Seattle . [Sim porque em Seattle não existem só médicos com as hormonas aos saltos] Enquanto não chegam as águas mil, a sede pode ser saciada com o trailer .

A matança da dança

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A banda sonora de Hanna , o novo filme de Joe Wright , está a cargo dos The Chemical Brothers . E esta música é o que chamo de "ganda som".

Na parede

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2 é bom, 3 é melhor (I)

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Todos os anos estreiam. Todos os anos acabam. É a ordem natural das coisas, fecham-se ciclos terminam-se viagens. Aqueles rostos, que nos acompanhavam há anos, decidem dizer adeus, de forma mais ou menos planeada, de dor mais ou menos preparada. E se todos os anos a história é a mesma, 2010 presenteou-nos com tudo, desde despedidas históricas, como “Perdidos” ou “24”, até desaparecimentos precoces, como “Lone Star”, passando por sentenças mal amadas, como “Rubicon” e “Terriers”. Tudo para todos os gostos e tristezas. Mas está na hora de enxaguar as lágrimas e, como dito no início, se há uns que findam outros começam! 2011 é pródigo em começos promissores e, como é este o número de ordem, a Take decidiu reunir as três estreias televisivas mais interessantes da primeira metade deste novo ano. Peguem nas vossas espadas ou nos vossos terços. Batalhem ou rezem. Decidam ou conspirem. De uma forma ou de outra o mundo vai ser outro, para trás na história ou para lá na fantasia. Não vamos enu

Mas nem tudo foi mau

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