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A mostrar mensagens de Julho, 2015

Aviso à navegação, nos sítios do costume

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Ainda para mais nem tem o Joaquim de Almeida

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Até que sim . Ainda para mais viveu-se há bem pouco tempo. O vídeo de apoio à selecção arrepiava. E é de contar, muito, para nunca esquecer. Vai na volta, Banderas , e amigos, vocês sabem que eu mamo bem um Banderas . Fui ver o Assassins ao cinema e tudo. Vai ainda mais na volta e Lou Diamond Phillips . E os sentimentos dispersam-se, oh diabo. Fiquei estranho. Vai na volta final Rodrigo Santoro . Foda-se, assim não. Quantas vezes é preciso explicar que não, não e não. Saía assim tão mais caro contratar um ator? Estaremos assim tão escravos dos mesmos "latinos"?

Sem Val Kilmer que lhe valesse

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Aquele dentista, para além de um grande carote de sondagem cu adentro, merecia levar agora com os leões do Caçadores na Noite , sem trela.

E tem a Cassie Scerbo que é bem boa

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Não acredito no tão mau que é bom. É tão mau que é mau. Tão mau que é ainda pior, horrível, indescritível. O twist é que precisamos destes descalabros nas nossas vidas. Para manter bem equilibrado e atualizado o processador dos dados. Sharknado 3: Oh Hell No! é isso tudo. Mas ainda mais retorcido, que nem malino pesadelo: Mark Cuban presidente dos EUA, Bo Derek mãe da Tara Reid , Tara Reid com uma mão motosserra, David Hasselholff pai do protagonista e também astronauta, protagonista que vai ao espaço e entra na atmosfera dentro dum tubarão. Motosserra sabre de luz. Parece fácil, mas misturar tal salganhada de chungas, numa tal salganhada de referências e acrobacias é obra. É de facto obra, mazinha como as cobras, mas absolutamente necessária.

Sim, a cena de abertura

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Aquela linha do esperma na cara e da droga em forma de pila, não é de todo para a minha caneta. Ou, surfando e aproveitando o calor, num chavão bem mais banalinho, não é todo a minha praia. Porém, o sacana do MacFarlane tem vindo aos poucos a laçar minha atenção, e eu, cavalo selvagem, lá vou sendo acarinhado. No meio de muito esterco, Ted 2 , tem maravilhosas ideias de comédia, não só ideias mas verdadeiros momentos. Que resultam, vivem e respiram, não só a história, não só o género mas toda uma incrível - e harmoniosa - mixórdia cultural. É um olhar de quem viveu os 80s e 90s mas é também um olhar de quem esteve cá ontem, atento, construindo e reconstruindo, sem problemas nem merdices. Não é qualquer um que saca uma homenagem destas . Não ria assim há muito muito.

As caça piadas

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É bonita a homenagem. Claro que é. O problema com esta moça , e com todas as outras comediantes americanas, está mesmo na saga: é o ataque dos clones. São todas iguais, no estilo, no peso, nas temáticas, nas problemáticas, no filme que vende muito, no resto da carreira sem piada nenhuma. Mas pronto, vamos ver o lado brilhante da coisa, ao menos já temos mais um cabaço para o Ghostbusters 2. Oba oba.

Vamos fazer amigos?

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Há ali qualquer coisa. Found footage . Todos os anos, às dezenas, e todos os anos ajeitamos os brincos, fingimos pouca paciência, estamos fartos, estamos fartos. Não estamos, de facto, porque há ali qualquer coisa. Como as moscas e a luz, antes de fritar. E enquanto alguns precisam de longos períodos de recuperação, outros balançam, justificando tal pujança do estilo dentro do género. Creep é esse brilharete, um espectáculo a dois que mete real medo. Impressionante papel de Duplas s, fora do seu registo, ajudando para construir a questão: e há algo mais assustador do que a dúvida? Um dos melhores horrores do ano.

Merdas que me irritam mas que eu até gosto

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Versões acústicas de grandes êxitos musicais. Aquelas gaiatas do Scala, normalmente. Normalmente para subir o drama, acentuar a tensão. No último Avengers e no San Andreas usaram esta técnica que voltou a ser repetida em Suicide Squad , com uma maior eficácia. Na televisão Homeland e Hannibal com esta mesma gracinha. Lembram-se de mais exemplos?

Os moucos indignados

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Malta muito zangada , de cabeça em chamas. Então não é que as exibições, em primeira mão, de um leque variado de imagens promocionais na Comic Con foram filmadas e colocadas na internet?! Foda-se?! A sério????????? Mas a sério mesmo???????Ah como é que é possível, que falta de respeito, ah e tal mais não sei o quê. Ao que eu, acalmando tal surpresa, pergunto: mas esta malta é toda deficiente mental? Vivem em que mundo, em que século? Que cérebro diarreico é que calcula a exclusividade do que quer que seja nos dias que correm? É este estábulo que acorrenta a indústria, que não a deixa realmente procurar novas respostas. Ah mas os efeitos ainda não estão bons, e mais não sei quê. Que se foda pah. Passem primeiro lá e depois mostrem ao resto dos comiconistas do mundo. Aceitem as coisas como são, nós vamos ver à mesma, a chover ou de écran limpinho, com formigueiro ou vidro cristalino. Chama-se a isso ser fã, palhaços.

Calma calma, não, não empurrem, calma calma

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Malta a apertar, tudo a empurrar e eu contra as grades: calma malta, foda-se tenham calma, o trailer é bom mas lembrem-se. Grito como a tentar inverter um feitiço: lembrem-se o trailer do primeiro também era espectacular, também ficámos todos assim na altura. Não adianta. Partem-me a cana do nariz e esmagam-me a rótula. Desisto, aqui fica então o novo Snyder .

Estações

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Tão útil como a reportagem da SIC " O que tem o Porto para Sara Carbonero? ", Secret in Their Eyes é o remake de El secreto de sus ojos , o tal, do Campanella . Bonito o sacana, lembro-me essencialmente disso, de uma belíssima narração de amor, de velhos adeus. E claro - foi talvez aí que o meu coração parou - a música. Quem é que não parou já lá...

Textinho sobre o Cargo com final meio armado aos cucos

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Procuramos a singularidade, saliência que diferencie a superfície plana. O bla bla bla de mais uma nave e mais uma humanidade em vias de extinção. Bom ambiente, boa fotografia, bons atores. Falta a Cargo aquele toquezito, que o salvasse do alguidar das soluções comuns. Ou em 2009, a frescura seria outra? Os olhos serão assim tão escravos do tempo?

A Catarina bem avisou

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Olhem eu a citar os últimos TCN: nos últimos TCN, a Catarina, quando venceu a Melhor Crítica de Cinema pela La vie d'Adèle , sublinhou a necessidade. É importante ser visto, porque é a vida, é a vida. Disse antes de voltar ao seu lugar. Na altura pensei nisso, depois passou, lá misturado nas outras notas e referências. Quando finalmente parei no azul, aí sim, de novo o aviso, e sua urgência. Desarma. Não as cenas de sexo ou a saliva, desarma porque é de facto isto. Aqui ao lado, ontem, no outro dia, comigo, contigo, a ir embora ou a chegar. A música é de facto esta, e não se explica tamanha intimidade. Vive-se, vive-se.

É que o primeiro é uma bela malha

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A par com a Grécia, outra questão quente: devo ou não ver a sequela (um bocado falsa) de Grave Encounters ? Votar aqui ao lado.

"A vida nunca envelhece"

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O Apatow bem podia dar aqui uma saltada. Uma humilde saltada de lápis na orelha e ouvido bem aberto. Ia de certeza encontrar um mundo mais parecido com o mundo. Mas o seu novo , lá tem a gorda adulta cachopa com problemas de conexão, que só quer é pinar, e possivelmente tem uma amiga que fuma muitas ganzas. While We´re Young , longe de ser um grande filme - está muito nos moldes denunciados - apresenta uma visão bem mais refrescante dos quarentas. E do que é crescer, especialmente hoje. Onde as gerações se baralham e trocam de lugar, de material - como se ciclicamente não existisse mais era de ninguém.

Mas como é que o amor amor consegue desligar a televisão para ligar antes a ti amor?

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Adria Arjona e Leven Rambin ( True Detective ) Portia Doubleday ( Mr. Robot ) Gemma Chan ( Humans ) Emma Ishta ( Stitchers ) Hannah John-Kamen ( Killjoys )

No outro dia, na Antena 3, o Alcobia disse Sarah O'Connor

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Nos, relativamente jovens, programas de música há um cliché da crítica que vai na volta, volta. Tu não sentiste a música, ou, como eu gosto mais, tu não percebeste nada do que estavas a cantar. Índice negativo, indicador de que não, não. Assim o problema maior de Terminator Genisys : Alan Taylor tu não percebes um corno do que estás a contar. O que torna o sucedido num acontecimento ainda mais frustrante. Escusado será dizer que este parágrafo contém spoilers numa frequência parecida aquela com que o cavalheiro ao meu lado arrotava a Cola, ou com que a pita atrás de mim gritava histérica, gritos muito engraçados de quem nunca tinha visto nada da saga. Começando pelo bom, Arnie e J. K. Simmons , a velha guarda. O primeiro num claro tom de paródia reflexiva, como tem feito de forma incrível desde muito cedo na sua carreira, repensando o seu papel nas coisas e, na maior parte dos casos, salvando o dia. Mantém o nível, a pinta, as deixas e a comédia, tudo nele. O segundo é daquel

Digestão

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Vi o Kynodontas . Quantos dias tenho de esperar antes de poder ir à água?

Da Pixar e dos Piratas

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Em 1985 Richard Donner prometia a uma série de miúdos a imortalidade, para sempre Goonies . Sempre nessa memória, como fotografia que os anos foram, de forma quadrada e cinzenta, pisando. Merda para as hormonas e seus pêlos pesados. A infertilidade da mãe ideia também ajudou. Vemo-nos sós, mas não perdidos, pequenos redutos vão segurando as pontas do mapa, porque o X continua de facto lá. A Pixar é um desses pilares, que ao longo das nossas dores - com os inevitáveis altos e baixos - nos vai fazendo acreditar. E Inside Out é essa epifania. O mais arrojado, mais complexo e mais genial filme do estúdio (e de animação) até à data, aventura-se nos sentimentos, sem vilão nem bicho papão. Aventura pela aventura, nos mais incríveis mecanismos da mente, desmontados até à mais pequena pincelada, tudo cheio de nós: e que cena incrível a do pensamento abstracto, como, que par de tomates tão grande. Não é para estes miúdos, dos 6 aos pequeninos, é para nós malta, os Goonies.

Mitologias

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Nem bêbado. Nem naqueles momentos bêbado, já do cuspo e do mar enrola na areia. Nem aí conseguiria inventar um filme onde o filho do Apollo ia ser treinado pelo Rocky . Mas que argumento do demónio, e que nova mitologia inesperada. Quanto ao outro trailer do dia, London Has Fallen , já não precisei de beliscão, já me tinham espetado a bomba nos cornos. É uma espécie de Die Hard dos pobres, que até tem realizador falso na sequela e tudo. Para cima dos gajos Babak Najafi .