Toda a gente a falar da sequela do Top Gun e ninguém fala da sequela do Eraser, que deve ser igualmente incrível. Acho que até tem o filho do crocodilo que o Arnie mata no primeiro. Vem vingar-se, claro.
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quinta-feira, 26 de maio de 2022
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
Sequelas cara-de-pau
Eu já tinha a rubrica Sequelas sem jeitinho nenhum onde abordava continuações sem eira nem beira, aquelas que não lembram ao menino Jesus. Porém, neste tacho farto da cinefilia, o fundo nunca está de facto à vista, parece, mas ainda não está. É assim, com este amor bentónico, que o António do Segundo Take propõe a trilogia das sequelas cara-de-pau: American Psycho II: All American Girl, The Rage: Carrie 2 e S. Darko. Um caminho complicado - malta a falecer com CDs, o capitão Kirk a cair duma janela, máscaras de coelho feitas no ferro velho - que acabou em bem, numa galhofa bem boa que podia não ter fim. Obrigado amigos.
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Sequelas sem jeitinho nenhum,
The Rage Carrie 2
sábado, 7 de maio de 2016
Perdão procura-se 2 - Apocalipse
Também estava à espera do quê? Meto-me a pesquisar onde não sou chamado, tinha de dar merda. Ah e tal deixa cá ver esta cena do príncipe. Chupa. Três sequelas. Abri a caixa de Pandora. Mas juro que não vi mais nenhum. Apesar de ficar um bocado com o bichinho para ver o 4, que é num elefante.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Sequelas sem jeitinho nenhum (19)
É aquela fase Jim Carrey que passo. Os primórdios excessivos, cruciais, mas não tão essenciais. Um detective de animais, com métodos pouco ortodoxos, espalha magia aqui e ali. E na melhor tradição dos 90's a sequela é fora do país. Na altura era uma espécie de bigger is better. África, morcego, cocó de morcego, só rir. Não, mas respeito. O que não respeito é uma coisa intitulada Ace Ventura: Pet Detective Jr., com um redondo 2.0 no sítio do costume. A história mete um puto obeso que diz ser o filho do Ace Ventura e tem que salvar a mãe acusada injustamente de roubar um panda bebé. Directo para dvd na altura, directo para o saquinho das memórias apagadas agora.

sábado, 24 de novembro de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (18)
Há para aqui história que nunca mais acaba. Ou não estivéssemos nós a falar da saga Universal Soldier - o tuga Máquinas de Guerra - filho pródigo dos 90, onde Van Damme e Dolph Lundgren andavam à chapada por causa duns pontos de vista. Um achava que era porreiro arrancar orelhas ao pessoal, o outro não. Morrem mas voltam os dois em formato Robocop sem arranhões e pronto. Van Damme nu, a chavala do Profiler a ajudá-lo e tínhamos o dia ganho. Velhos tempos. Ah esqueci-me de dizer, realizador de serviço: tio Emmerich, antes de rebentar com o planeta fazia estas pequeninas pérolas de guerra. Passados 6 anos surge, directamente para vídeo, a sequela não oficial, Universal Soldier II: Brothers in Arms. As personagens são as mesmas mas o resto é diferente. Como se uma tentativa falhada não chegasse, logo no ano seguinte, surge outra: Universal Soldier III: Unfinished Business. Este tem o Burt Reynolds e tudo. Parecia então altura de acabar. Não, não, os verdadeiros voltaram e decidiram dar ralhete aos falsos. Nós é que somos os soldados universais. Em 1999 chega então a sequela oficial do primeiro filme e mete Van Damme de novo. Ainda não estava gordo. O mesmo já não podemos dizer da terceira sequela oficial, em 2010, Universal Soldier: Regeneration, realizado por John Hyams, filho de Peter Hyams. Sim, o mítico, o grande, Peter Hyams. Ataques nucleares e únicas esperanças, o normal. Por último - felizmente, que a lista já vai longa - chega-nos este ano Universal Soldier: Day of Reckoning, onde o Van Damme é mau. Mas como? Ninguém sabe.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (17)
O Crocodilo nunca conseguiu singrar verdadeiramente enquanto criatura que come pessoas e assusta muito. O público sempre se inclinou mais para tubarões, lobos, cobras. Porém não foi por falta de tentativas. Em 1999 a Bridget Fonda e o Bill Pullman juntavam-se numa mistura de comédia e terror - pelo menos é o que diz o imdb, eu não me lembro de rir - onde um crocodilo do tamanho de um autocarro da rede de Expressos começa a comer pessoas num lago. Acaba com uma velha a alimentar crocodilos pequeninos. E pronto sequelas. A primeira das quais só 8 anos depois, produzida pelo canal SyFy e com um elenco completamente renovado. Não encontro a sinopse. O Lake Placid 3 porém já é claro no que toca à história: killer crocodiles and their offspring terrorize residents of a small community. E basta. Atenção à tagline. Por último Lake Placid: The Final Chapter é continuação do terceiro, não tem poster mas tem o Freddy Krueger. Melhor que nada.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (16)
Nem sabia que existia uma coisa chamada A Onda dos Sonhos até ter tropeçado na sequela hoje à tarde na Worten. O primeiro tem a minha querida Kate Bosworth, a Michelle eu bato em toda a gente Rodriguez e uma sinopse que começa assim: com algumas das mais incríveis cenas reais de surf já feitas, A Onda dos Sonhos é uma irresistível aventura com muita adrenalina. É mesmo impossível resistir. Já o dois, tem as típicas miúdas falsas e uma sinopse que termina assim: ela contraria seu pai e vai à Africa do Sul em busca de novas ondas e aventuras, fazendo novos amigos e conhecendo praias distantes. Parece-me que é a biologia ideal para uma saborosa tarde de Verão.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (15)
Eu acho que já sabia mas acho também que, com muita força, muita mesmo, fiz questão de esquecer. Voltou claro, para me acordar o sono: American Psycho tem uma sequela. Falsa farsola. E melhor, nela entra a Mila Kunis, com 10 aninhos mas já com tudo no sítio. Tirando o jeito para representar que esse nunca esteve, nem lá nem no sítio. Mas pronto, American Psycho II: All American Girl é sobre uma miúda que desenvolve um gosto especial pela prática do homícidio e nada a irá parar para se tornar a assistente do seu professor. É isto que diz no imdb, ao lado do 3,9. Medo. Medo também do cavalheiro do Sanctuary e do Capitão Kirk que andam para lá armados em engatatões e depois no fim papam-nas que é para não serem espertos.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (14)
Na vasta gama de filmes sobre irresponsabilidade parental Querida, Eu Encolhi os Miúdos é rei e senhor. Um cientista distraído, com problemas de dinheiro e com mais algumas coisas que eu agora não me lembro, decide criar uma máquina que encolhe objectos. Cenas. A marota não trabalha quando ele quer e mas claro que quando é para diminuir os seus filhos e os filhos do vizinho ela funciona melhor que uma bimby. Os quatro ficam muito muito pequeninos - não tão pequeninos como aquele filme em que o Dennis Quaid vai para dentro da Meg Ryan, atenção, numa micronave - vão para o quintal, andam de formiga, a formiga morre, alguém chora e no fim fica tudo bem. Uau, para a altura foi mesmo uau. Do uau passou-se para o muito mau. Três anos depois surge a sequela Querida, Ampliei o Miúdo, onde o filho mais novo da família é agora aumentado. Fica gigante, e chora, e depois a mãe fica também gigante a fazer lembrar aquele filme péssimo com a Daryl Hannah. Porra, é mauzinho mesmo. E fiquei por aqui. Eles não e em 1997, direitinho para homevideo, surge o capítulo final da trilogia: Querida, Encolhemos. Já com efeitos fabricados no Paint e actores criança do mais falso que pode haver. Já agora alguém sabe o que foi feito dos quatro putos do original? Às vezes penso nisso.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (13)
Não podia deixar de assinalar o novo trailer, oferecendo à saga Step Up um destes luxuosos cantinhos, onde a eternidade é quase garantida. O primeiro filme, desta dançável quadrologia, é com o cavalheiro do G.I. Joe, bruto que nem um tijolo mas muito sensível no que toca à dança [Não esquecer que este armário já entrou numa adaptação do Nicky Sparks]. Ele é rufia, ela é boa (mas mesmo booooa) e dançam para caraças os dois. E apaixonam-se, e depois não dá, mas depois dançam mais e depois já dá. Fim. O dois é com outra jovem boa, um bonzarrão com dinheiro, e há também algum problema. Dançam muito e aqui o upgrade é que dançam molhados. Wow! O terceiro tem o casal protagonista mais horrível a nível representativo mas que, se bem me recordo, não fica nada atrás dos outros no que toca a abanar o bundão. E dançam agora em 3D. O quatro, Step Up: Revolution - a copiar do Matrix os malandros - ainda não chegou mas pelo trailer percebe-se que é completamente diferente. A única coisa que se mantém é o actor que faz de alce, personagem a ser fuzilada, se desse.

terça-feira, 20 de março de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (12)
Mimic é um daqueles filmes de terror meio manhosos dos 90, que por um motivo ou por outro ficaram na retina de muito boa gente. Na minha por exemplo: ainda hoje recordo aquela cena em que a Mira Sorvino foge, com os cabelos ao vento, numa estação de metro, de um insecto muito grande. Sim é do mesmo ano de Starship Troopers (1997), mas não tem nada a ver. Deu para alugar, deu para ver e comer a tal da pipoquinha sem chatear ninguém. Quatro anos depois surge a sequela, que leva o título do filme ao extremo oferencendo um poster igual ao do original. Mas em verde. É tão bom. O terceiro e último capítulo desta saga é uma espécie de janela indiscreta, com um rapazola que não consegue sair de casa e tem de ver os insectos maus pela janela. Ai ai. 

quarta-feira, 7 de março de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (11)
O poster do primeiro filme, para além de revelar o final do mesmo, diz que se trata da aventura, para toda a família, mais vibrante desde o E.T.. É mentira. Free Willy é daquelas obras domingueiras que acabou por ficar na memória de todos pelo seu tom simpático e pelo facto de ter o melhor salto de orca sobre rapaz de 12 anos da história do cinema. O segundo capítulo, ainda vi mas já não me recordo. Consigo porém garantir que a frase "Melhor que o original..." está ali para despistar. Por último o capítulo final desta ternurenta trilogia mantém o actor original, já gordo e velho, naquele que garantem ser "the best of the Free Willy pictures". Deve ser deve.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (10)
Foi com bastante receio que escrevi a palavra "tremors" no imdb. Soube, por alto de algumas continuações, tadinhas, depois acho que eles começaram a voar e aí fiquei surdo. Ou assim quis ficar. Não se brinca com o Palpitações caraças, é o clássico de terror/domingo à tarde/boa onda da infância de toda a gente. E tem música catita, e diverte a rodos, sem medo de ser destrambelhado. Faz falta, essa vontade destemida. Claro que depois da pérola vieram os porcos, série B, Z, por aí fora. Sempre com a minhocada a ficar mais forte, ora andam ora voam. Houve série de televisão e tudo, e por último, o quarto capítulo da saga: uma prequela no tempo dos cowboys, que mesmo assim conseguiu manter a presença de Michael Gross. Chiça que o gajo é chato.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Sequelas sem jeitinho nenhum (9)
O primeiro filme tem talvez o elenco promissor mais flop de sempre. A protagonista acabou a ver um morto por semana numa série que vai mudando de nome conforme se muda de canal. A Buffy acabou num barco, com uma gémea e com o pior fundo verde do ano. O namorado da Buffy - pausa para pesquisa no imdb - entrou no 24, que já acabou, ufa. O loirinho ainda foi o que se safou melhor, mas infelizmente, neste primo afastado de Scream, é logo o primeiro a ir à vida. Há um pescador com um gancho que se quer vingar porque estava a matar uma pessoa descansado e foi atropelado. Não se faz. O 2 mete o pescador de novo e o filho do mesmo, que não sei se é pescador também, não me lembro - sim eu vi este em cinema, má onda. O terceiro e último capítulo já me passou ao lado, mas anuncia de forma muito solene que o mau sempre saberá o que eles fizeram no Verão passado. Um amigo meu diz que mete fantasmada. Uhhhh medinho.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Sequelas sem jeitinho nenhum (8)
Wrong Turn tem como protagonistas a minha pior actriz favorita - digo isto de tantas, vendido! - Eliza Dushku e o Quinn do Dexter. A história é requentada e previsível, mas no final de contas acaba por entreter. Terrorzada de domingo à tarde, com o suspense e gore nos pontos certos. Depois: lá vai uma, lá vão duas, três sequilinhas a voar. As duas primeiras parecem ter sido filmadas aqui na Serra de Grândola e a última, que é nada mais nada menos que uma prequela, é na neve. Supostamente conta a origem daqueles maus feios. Deve ser igual às outras, mas com frio.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sequelas sem jeitinho nenhum (7)
Um dia confessei, algures aqui nesta (já longa) parede, que em criança assisti várias vezes à (então) biologia de Beethoven. Até gostava, até ria, até achava o sacana do cão engraçado. De lá para cá muito mudou e a então dupla levou com mais quatro filmes em cima. Deparei-me com tal facto quando, num domingo passado, à tarde claro está, dou de caras com o mais recente tomo: Beethoven's Big Break. Mete Jonathan Silverman - um clássico da série B familiar - e o pior actor criança desde O Pestinha. Quanto ao resto de realçar o excelente trabalho de promoção que é o poster do quinto filme onde Beethoven aparece com um capacete de mineiro. Clássico. 



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Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...





















