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A mostrar mensagens de Março, 2009

A dança do fim-de-semana

The woods are lovely, dark, and deep

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And I have promises to keep. Miles to go before I sleep. Did you hear me, Butterfly? Miles to go, before you sleep. E assim terminou ontem o ciclo de cinema dedicado a Quentin Tarantino . Foi bom ver a casa cheia. Foi melhor ainda rever um percurso imaculado. E por mais que o tempo passe continua a saber a novo, a descoberta, a espanto inevitável de como é possível com tantas referências - cinematográficas e musicais - construir objectos 100% originais. É cinema, ponto. Dele, ponto. Que hoje faz 46 anos. Parabéns!

Da sessão de hoje

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O esperado regresso do Sr. Jonze - parte II

O poster , sozinho, chegava bem para espetar as expectativas bem lá no alto. Agora, juntamos-lhe este trailer e subimos em direcção ao infinito. O Spike Jonze (ao som dos Arcade Fire) retira-me desta forma as palavras e deixa-me estendido no tapete. Até ver, este é o trailer do ano.

Voltar

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É sempre a primeira vez, em cada regresso a casa, rever-te nessa altivez, de milhafre ferido na asa, dizia o outro. Se tem ou não razão, fica para depois, certo é que Woody Allen voltou a Nova Iorque e enquanto o trailer não chega podemos ver nada mais nada menos do que 44 imagens deste Whatever Works . Pelo que vemos quase que ouvimos, diálogos daqueles entre Larry David e Evan Rachel Wood . Para certificar a genialidade da dupla vamos ter de esperar mais uns mesitos.

Esse

Eu, esse, está vivo e viu o Estamos Vivos a 5 euros na Worten. O tempo, esse, é que anda morto, escondido nas tocas dos dias, arreliando qualquer e algum descanso. O Tarantino , esse, lá arrancou ontem, e se hoje me lembrava de quase todo o Pulp Fiction , ontem fiquei danado de já não ter comigo esta Commode Story . Bom demais para esquecer.

Cá na terra

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23 - Cães Danados 24 - Pulp Fiction 25 - Jackie Brown 26 - À Prova de Morte Sentar numa mesita, beber um café ou uma bejeca - ou ambos - e ver a obra do mestre. O programa é este e arranca na próxima segunda-feira. Lá estaremos à vossa espera.

Godfather Girl

O esperado regresso do Sr. Jonze

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Where The Wild Things Are

Take 13

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Depois da dúzia vem o treze. Mas sem azares nem superstições pois o que se escreve aqui é fruto da dedicação, da junção de uma equipa incansável que mês após mês constrói uma torre com vista para o cinema. Cada vez mais forte, cada vez mais luminosa. Espero que gostem. http://take.com.pt/

Um trailer para uma boa semana

The Boat That Rocked

A máquina de lavar loiça

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Rachel Getting Married é um dos melhores filmes do ano. Um pedaço real da orgânica familiar. Uma viagem crua ao universo de um lar fracturado e magoado, reunido em tempo de festa. A câmara é sublime, Hathaway um colosso – o Óscar era seu não fosse a dívida da Academia para com Kate Winslet . Para além da obra completa, e do restante elenco, temos a cena da competição da máquina de lavar loiça como fragmento histórico de cinema. Um momento tão sincero de vida que nos sentimos, simultaneamente, intrusos e incluídos, sem saber do que rimos ou sentimos. É a prova de que não é fácil retratar a vida e de que também são poucos os que sabem fazê-lo.

Alison Lohman

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Parece que foi ontem que Ewan McGregor a pediu em casamento num campo de narcisos amarelos. Na verdade passaram 6 anos e Alison Lohman nunca mais voltou em definitivo. Até este ano que, para além de entrar no thriller de ficção científica Game , é protagonista do regresso de Sam Raimi às origens terroríficas, com Drag Me to Hell . Pelo trailer espera-se o terror puro duro do mestre, espera-se uma lição do tipo “é assim que se faz”. Seja qual for o resultado, o regresso desta belíssima senhora aos écrans é por si só uma vitória.

Women

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O resto da colecção aqui .

O True Blood português

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1995

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Nomeados ao Óscar de Melhor Filme: - Forrest Gump - Os Condenados de Shawshank - Pulp Fiction - Quatro Casamentos e Um Funeral - Quiz Show Voltaremos a ter um ano assim?

O novo filme do Sporting

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À Dúzia é Mais Barato

Este mês com a Volta ao Mundo

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Dead Man

O casal e o cão

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Estava eu a passear na página da Empire quando reparo em Marley & Me . Não pelas duas estrelas da crítica mas sim pela descrição resumida, precisa e divertida da obra: It's Revolutionary Road meets Beethoven. E mais não digo.

Watchmen

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Vi-o de antemão (graças ao convite deste grande amigo – obrigado!), com direito a lugar e crachá do The Comedian. Depois foi folhear um sem número de opiniões que se sentam no meio-termo. Como elas lá transpiro igual euforia, resfriada por uma ou outra amargura. A grande questão aqui é: até que ponto esta minha opinião (muito positiva) é influenciada pelo facto de ter lido anteriormente a novela gráfica de Alan Moore ? Bem, acho que é até ao ponto em que não faço a mais pequena ideia. É difícil perceber o que um desconhecedor deste universo sente ou avalia perante aquilo que é contado. É impossível separar as águas e esquecer o background que levamos no bolso. Posto isto vamos já para a casa de partida e é aí que o filme nos agarra como há muito uma obra não fazia. Se a inicial morte do The Comedian está incrível, com o Unforgettable a contrastar com uma acção dura e crua, o que se seguiu foi história: os créditos ao som de The Times They Are A-Changin' de Bob Dylan são dos

I love The Smiths

Com este trailer 500 Days of Summer assume o estatuto de filme-favorito-que-ainda-não-vi. Parece ter tudo no sítio certo e, mais incrível que isso, parece ter Zooey Deschanel como boa actriz. Ansioso.

Tu por aqui Jennifer?

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Só depois de ver o novo trailer de Star Trek é que descobri que a Dr.ª Cameron ( Jennifer Morrison ) é a mãe do James Tiberius Kirk . Apesar de me parecer que o tempo de antena da senhora será idêntico ao do House , que num dia bom chega aos 3 minutos, este é mais um pretexto para continuar a falar nela e acreditar na sua merecida ascensão.

Crack The Shutters

Snow Patrol

Espero que venhas para ficar

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Chéri

Títulos

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Cinema

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Danny Boyle , numa destas interessantes conversas , descreve The Wrestler como "cinema físico". Fala do travelling de acompanhamento, das costas que revelam a respiração cansada , das articulações e dos fantasmas de um ser gasto. Concordo. Mas não é só cinema físico, é cinema raro e precioso, com pormenores tão apurados que apetece rebobinar e voltar a ver [Ele pára. Ouvimos a multidão. Ele entra no supermercado. Voltamos ao som ambiente]. The Wrestler é, até ao momento, o melhor filme do ano, com um dos melhores finais desta década [Triste,cru e inspirador]. Queria escrever mais, mas quando caímos de amor por um filme, tudo o que queremos dizer...nunca chega.