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A mostrar mensagens de Dezembro, 2008

Bom Ano Novo

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I´ve Just Seen A Face

Quem diria

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Que esta é uma imagem do novo filme do Michael Bay ?

Button your eyes

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Coraline não só nos dá a possibilidade de escrever o nosso nome com os seus posters como também nos permite espetar botões nos nossos doces olhos. Basta irem aqui , entrarem na casa cor de rosa e escolherem The Other Mother´s Workshop . Depois seleccionam a foto, adquirem os vossos botões de eleição e colam-nos na vista. Sádico, original e muito, mas muito, irressístível.

Os cantos da mente

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Estão aqui as primeiras imagens de Cold Souls , comédia negra que conta a história de um actor ( Giamatti a fazer dele próprio) que, durante uma crise existencial, decide tentar uma extração de alma para aliviar os problemas do dia-a-dia. Escrito e realizado pela estreante Sophie Barthes , tem todos os ingredientes que agradam aqui à casa: um excelente protagonista, um óptimo leque de secundários e um argumento que nos leva inevitavelmente para as melhores excentricidades dos últimos anos ( Despertar da Mente , Quem Quer Ser John Malkovich ). Tem estreia agendada para o Festival de Sundance 2009.

Simetrias

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Um já foi

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O Natal lá passou. Lá desembrulhámos umas prendas, lá deu de novo O Amor Acontece . E agora? Bem agora é esperar pelo Ano Novo. Apenas e somente esperar.

Feliz Natal

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Sugestão

Pondo de parte a ideia disparatada das televisões darem bons filmes, sugiro que nesta quadra em vez de passarem os mesmos maus filmes, passem outros filmes, igualmente maus. Existem tantos. Por exemplo em vez do Sozinho em Casa , dêm o Agarrem esse Bébé !É também intragável e ao menos a criança não fala! É que assim sempre íamos variando o som de fundo.

Em sentido contrário

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Lembram-se de eu ter dito para virarem à direita e verem o Pineapple Express ? Pois bem, esqueçam tudo o que vos disse e virem à esquerda. Apesar da divertida interpretação de James Franco , tudo o resto é frouxo e sem qualquer tipo de construção lógica que nos leve a lado algum. Há tempos comparei este filme a Nothing to Lose , pela aparente parecença a nível da história, mas de parecido fica só mesmo esse post . A comédia de Tim Robbins , por detrás da inconsequente e inocente linha de argumento tinha uma base sólida formada por personagens cheios de vida, com ideias do real e do sincero. Este recente devaneio não, todos são caricaturas, sem corpo nem fundo e para ser sincero, são bonecos que já começam a saturar: quantas vezes mais vamos ter de gramar com o tipo descomprometido que fuma ganzas? E depois calha sempre aos mesmos, Seth Rogen no seu papel de barbudo irresponsável com a moca já me começa a fazer alguma comichão. Dou-lhe mais uma oportunidade, Zack and Miri Make a Porno

Então não é que

um filme novo chamado Annie plagiou a música de um anúncio velhinho do Millenium bcp com a Bárbara Guimarães.

Balanço 2008

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Das frases mais batidas em televisão e cinema

Sempre que existe um interrogatório da polícia e o comportamento do suspeito é posto em causa, este, alegando que fez aquilo pelo filho ou filha, pergunta: Do you have kids detective?

Miss Créditos Finais 2008

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Foi falada por três vezes. Sempre com a desculpa de que All the Boys Love Mandy Lane . Sempre com o pretexto da obra para contemplar a peça. É verdade que o filme é um excelente ensaio de terror adolescente, mas também é verdade que se não fosse Amber Heard aquele título não fazia sentido. Rapariga a faixa é tua.

Amanhã lá estarei

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Lisbon Film Orchestra

Catwoman?

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O exercício do boato deixa-me exausto. Porém o burburinho de que Rachel Weisz será a Catwoman no terceiro capítulo da nova saga Batman deixa-me a sonhar alto. Encosta-me num lugar onde vejo uma das minhas actrizes favoritas a colaborar num quadro quase perfeito. É esperar para acordar.

Constatação crepuscular

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Sem ter visto o Crepúsculo , nem lido a Lua Nova , parece-me que a escolha de Chris Weitz para realizar este segundo capítulo é mais do que acertada. Porquê? Simplesmente porque gostei muito da Bússula Dourada . Apenas e somente por isso.

O vício de moldar o tempo

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Saio de casa e dou de caras comigo. Mais velho e cansado. Este meu eu futuro diz-me que neste preciso dia devo escrever este preciso post, porque ele já o escreveu, porque ele próprio me ou se avisou. Confusos? Realmente não é fácil entrar num esquema que torce e contorce a massa do tempo que nem padeiro desvairado. Temos de ser flexíveis como os minutos e recuar e avançar os nossos conceitos mais fixos. Para os viajantes no tempo, como eu, qualquer filme que aborde um simples recuo ou um simples avanço tem lugar garantido na sala de cinema ou no leitor cá de casa. Eu até vi a Casa da Lagoa caraças. Sim eu sei, tem o Keanu Reeves e a Sandra Bullock , sim eu sei é mau demais, mas que querem que eu faça? Tenho este problema, este vício do tema. Esta adoração traz-me porém muitas alegrias e quando pensava que havia já muito pouco para trazer ao género ( Donnie Darko foi um pico, pensei que agora o avião iria descer) eis que surgem Los Cronocrímenes e A Mulher do Viajante do Tempo .

Fim-de-semana

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Nomeações aos Globos de Ouro

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A lista dos nomeados para a 66ª edição dos Globos de Ouro está aqui . Depois de a ler com relativa atenção concluo que: - O par Titanic volta a atacar e Winslet consegue duas nomeações, para actriz principal e para secundária. Uma senhora actriz que merece todo o reconhecimento, todas as nomeações e todos os prémios; - Não vi nenhuma das obras nomeadas para a categoria de Melhor Filme ; - In Bruges com três nomeações é daqueles acontecimentos saborosos e se Colin Farrell ganhar é um prémio mais que justo. Para além de ser uma grande interpretação é o seu melhor papel até ao momento; - Colocar o que Heath Ledger fez na mesma categoria do que Robert Downey Jr. e Tom Cruise fizeram é uma brincadeira de mau gosto que devia dar pena de prisão; - Quanto a animação um nome só, Wall-E. Mas há dúvidas? - Melhor canção? Força Boss! Agoram tragam lá estes filmes todos depressa que é para podermos ajuizar com todas as ferramentas que precisamos!

O ar que respiramos outra vez

Gosto de falar de filmes que, há um minuto atrás, nunca tinha ouvido falar. É o caso deste Powder Blue , um mosaico de quatro vidas complicadas numa escura véspera de Natal. O trailer faz lembrar muito, mas assim quase a papel químico, O Ar Que Respiramos . Até tem o Forest Whitaker e tudo. Estão na moda estes encontros entre desconhecidos, onde o acaso de uns dita a sorte dos outros, tudo está ligado dizem eles. Quando é bem feito gosto muito de ver, por isso espero que este azul esteja bem acima do triste ar que respirei. Uma coisa é certa, mais vale uma Jessica Biel no varão do que uma Sarah Michelle Gellar a chorar. Podia dizer também que mais vale um Ray Liotta ladrão do que um Brendan Fraser a actuar mas penso que já perceberam a ideia.

Sempre foi dele

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Christian Bale resgatou Bruce Wayne dum circo patético e fez-se Batman . Parecendo que toda a vida o foi. Aparece agora como John Connor e pelos escassos minutos que vejo quer-me parecer que mais uma vez salvou uma personagem. Ou melhor, parece que toda a vida o foi. Apesar do nome de McG me dar arrepios na espinha, a verdade é que este trailer de Terminator: Salvation tem óptimo aspecto. Ah e tem Bryce Dallas Howard e Moon Bloodgood ( Knox sei que ela aparece poucos segundos mas já é melhor que nada;). Suspiro. Resta-nos então esperar por 2009 para ver mais uma (quase certa) salvação de Bale , e aguardar que no futuro continue a aceitar personagens míticas, que no fundo sempre foram suas.

Aqui está ela

The Wrestler Bruce Springsteen

Portugal a pé

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Diário de viagem do jornalista Nuno Ferreira (ex-Expresso, Ex-Público) que em final de Fevereiro iniciou em Sagres a travessia a pé de Portugal. O blog inclui alguns videos e também todas as crónicas publicadas entre 1 de Março e 6 de Setembro na revista Única. Recheada de óptimos textos, de fantásticas fotos e de vídeos sonhadores, esta é uma viagem que não dispenso. Para o meu tio um grande abraço e força na continuação deste excelente trabalho!

Revisões friorentas

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Chegou o frio. Com ele as memórias da neve, dos filmes gelados que guardamos nas brasas do passado. Comigo trago sempre dois, Os Lobos Não Choram e Presas Brancas . Se do primeiro recordo muito pouco, do segundo lembro-me quase milimetricamente da dita ida ao cinema. Ambos são baseados em livros (de Farley Mowat e Jack London respectivamente), ambos têm a chancela da Disney , ambos são retratos de ambientes gelados onde a relação homem/lobo é explorada de forma exímia e ambos precisam de uma revisão urgente. Nada melhor que esta altura, parece que lá para o fim do mês se oferecem umas prendas e tal…

Nunca mais chega Janeiro (parte II)

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Quanto mais séries vejo, mais percebo o quanto gosto de Lost . Sim sou apanhado de todo por esta série: vejo e revejo as escassas promos que sairam, mesmo que nelas esteja uma música dos The Fray . O que é isso? É uma banda. Vejo e revejo para calar a ânsia, mesmo que nelas esteja escondido o logo das Ajira Airways . O que é isso? Na Lostpedia dão esta explicação, uma daquelas que nos deixa às escuras como nós tanto gostamos e nos faz ir aqui e largar o nosso mail. O meu já lá está.

O visitante que veio para ficar

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The Visitor é dos melhores ensaios sobre a solidão que vi desde About Schimidt . Tem uma óptima banda sonora, um final fantástico e depois tem o senhor Richard Jenkins , que nos premeia com uma interpretação sublime e sincera, daquelas que só vemos de tempos a tempos e que questionamos como se faz tanto com tão pouco. Onde esteve até agora este actor que com uma mágoa pacífica nos fere e magoa os sentidos? Depois de uma passagem discreta por Burn After Reading teve aqui a sua oportunidade como protagonista e na discrição de uma música canta-nos um dos melhores papéis do ano. Para ver e rever.

Semelhanças

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Então não é que o boneco do Little Big Planet é muito parecido com o rapazola do Orfanato , que por sua vez é a versão infantil do senhor vilão do The Strangers . Isto há lá coisas!

Blindness

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Às vezes as coisas não resultam, passam-nos ao lado e ficamos impotentes a ver o comboio passar. Não consigo encontrar uma explicação palpável para Blindness não me ter socado, tocado nem marcado. Que nem cegueira branca deixou-me frio como um cubo de gelo, perplexo e perdido à procura do que eu tinha lido nas páginas de Saramago . O livro impressiona, marca, agonia e aperta. As personagens sem nome são veículos para uma metáfora global da humanidade, que se transforma no lado mais escuro depois de um surto de cegueira clara. Ao generalizar, é nos dado nas palavras o espaço para completarmos o que falta, encaixarmos a vida em cada pessoa, de acordo com o que já vivemos e imaginamos. Somos nós que completamos e personalizamos os ambientes e acções. O filme segue à risca esta regra e quer-me parecer que é aqui que ele escorrega. O que no livro resulta às mil maravilhas, aqui não funciona: ao nos mostrarem as personagens anónimas estão a assumir de imediato um compromisso com o espect

Frame fora de contexto

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Commando