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A mostrar mensagens de Abril, 2008

Viva

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Por detrás da imagem o download gratuito de Violet Hill.

Os clássicos que nos esperam

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Descobri neste artigo o calendário para o futuro da Disney e da Pixar . O percurso de ambas vai-se desenhar da seguinte forma: Bolt - 26 de Novembro de 2008 Tinkerbell - 28 de Outubro de 2008 Up - 29 de Maio de 2009 The Princess and Frog - Natal de 2009 Toy Story 3 - 12 de Fevereiro de 2010 Rapunze l - Natal de 2010 Newt - Verão de 2011 The Bear and Bow - Natal de 2011 Cars 2 - Verão de 2012 King of The Elves - 2012 Para quem quiser um resumo em vídeo com algumas imagens basta dar um salto aqui . Deste leque de futuras promessas o que me chamou mais à atenção foi King of The Elves , não pela sua história ( A young boy who is an outsider is approached by a group of elves, who ask him to be their king, and to lead them in battle against the Troll King) mas sim por se tratar do estranho casamento entre a Disney e Philip K. Dick! Promete!

The Happening com ou sem twist?

O cinema de M. Night Shyamalan ficou inevitavelmente ligado à viragem final, à expectativa de sair da sala de boca aberta e de dizer que não estava nada á espera. Já li diversas opiniões de desagrado em relação a esta constante, críticos que vêm esta ferramenta como uma manobra enjoativa e repetitiva que nada abona a favor do criador. Eu acho exactamente o oposto. O facto de saber que possivelmente o filme irá ter uma reviravolta ou que até ao final iremos estar às escuras só redobra o meu interesse e atenção, lendo com mais afinco os pormenores e sinais. Não vejo mal em saber que irei ser surpreendido. E no caso de Shyamalan não se tratam de absurdos narrativos nem de necessidades absolutas, são o fechar de todo um ciclo de acontecimentos. O twist mais descarado (e talvez mais isolado) foi de facto o do Sexto Sentido , o primogénito, seguindo-se surpresas cada vez mais sublimes e apuradas ( Sinais é para mim a melhor), cada vez mais a sua marca, tatuada em diferentes cores. Faz par

Now Sid

don't you blame the movies, movies don't create psychos, movies make psychos more creative!

Procurada e pensativa

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Caça à música

Por vezes um trailer passa mas a música fica, seguindo-se uma encruzilhada em busca deste ou daquele som. Nos dias que correm uma boa música é quase sempre sinónimo de um bom trailer. As notas certas no sítio certo são meio caminho andado para a posse da nossa atenção e fórmula certeira para atrair espectadores ao respectivo filme. A música define o tom e é a marca primária daquela obra, a cicatriz rasgada na memória, o fio condutor da nossa opinião. Já vi excelentes montagens deitarem tudo a perder com a escolha da música e como não poderia deixar de ser, assisti também por diversas vezes ao contrário. Isto para dizer que o trailer de Pineapple Express é recheado com a música Paper Planes da M.I.A., que tem de facto um efeito incrível, dando a ambiguidade certa e rimando a cada nota, com a tom cómico e negro dos acontecimentos. Outra canção que há muito procuro, já habitual em vários filmes e trailers (descobri-a através do trailer de Invincible ) é esta: Um bom sítio para esclare

22 de Maio

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Numa altura em que esperamos nervosos pelo segundo trailer (se é que ele existe) e que aguardamos ansiosos pela sua estreia, chegou o momento de olhar para trás. Qualquer fã, deliciado com as imagens que já saíram (a cena do camião é genial) transporta consigo uma fé quase certa no quarto tomo, uma vontade de ver carimbado o seu todo nos livros de cinema e de guardar no bolso cenas que nunca mais se esquecerão. Enquanto navegamos num mar de incógnitas, deixo aqui escrito um excerto de cada filme, a minha cena favorita do primeiro, segundo e terceiro, aquela que me fez respirar cinema verdadeiro. Os Salteadores da Arca Perdida – a cena inicial em que Ford entra numa gruta em busca de um antigo artefacto. Desde Molina que o atraiçoa até á fuga da bola gigante, foi a apresentação perfeita de todo um novo conceito de cinema. Em minutos somos agarrados pelo chicote e o mundo das aventuras mudou para sempre. Indiana Jones e o Templo Perdido – a cena final onde Ford encurralado pelo inim

Vantage Point

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Um elenco de luxo ao qual se junta uma boa história, um realizador com pés e cabeça e algumas ideias frescas e originais. Resultado:temos aqui um dos bons filmes deste ano…. Às 12h23 minutos de uma solarenga tarde de sol em Salamanca, Espanha, o presidente dos Estados Unidos da América será alvo de um atentado terrorista. À primeira vista a premissa de Vantage Point de Pete Travis apresenta-se do mais banal possível , olhamos para o ecrã e parece que estamos perante um simples thriller político, voltado para a fragilidade, cada vez mais constante, dos símbolos patrióticos de um país que nunca se ergueu devidamente do 11 de Setembro e onde as feridas demoram a sarar. O alvo aqui será a figura do seu presidente ou o desespero e a impotência da ausência deste perante o desconforto que a ineficácia dos serviços secretos do país apresenta perante as ameaças cada vez mais reais à segurança e integridade da nação. Tudo isto está errado pois Vantage Point transforma-se num filme frenético,

Till the end of time

And everybody knows where this is heading Forgive me for forgetting Our hearts irrevocably combined Star-crossed souls slow dancing Retreating and advancing Across the sky until the end of time

É preciso entrar no espírito

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Como um daqueles miúdos com a cara chapada do pai ou da mãe, The Spirit não engana ninguém e basta um pequeno olhar para sabermos de quem é filho. Frank Miller assume assim as rédeas da realização nesta adaptação da BD de culto de Will Eisneir , onde um herói mascarado combate o crime no escuro urbano da sua cidade. Pelo teaser não nos é dito muito e a única conclusão certa é mesmo a paternidade deste rebento ( tudo lembra Sin City , desde o preto ao vermelho). Já os posters começaram com a interessante ideia da imagem tripartida e agora surge a não menos interessante Eva Mendes, que se junta assim a Scarlett Johansson, no leque feminino de carinhas larocas . Resta portanto saber se esta parelha será capaz de nos fazer esquecer Jessica Alba , Rosario Dawson e Carla Gugino ...

There will be blood

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Ou seja a eterna pronúncia de Daniel Day-Lewis … Nunca fui muito de ligar ao cinema de um ponto de vista quase semi-mecanizado, sem emoção, onde a ida a sala de cinema se torna uma obrigação, uma rotina casual. Tenho amigos que ao entrarem na sala de cinema gostam da garantia de ver um espectáculo em que os valores em representação no ecrã são garantias de valores firmados, onde a compra do bilhete não inclui o risco de se ir assistir a um espectáculo de alta ou baixa qualidade. Nunca fui desse género, para mim o cinema é um jogo de riscos e apostas, admito que vejo do bom e do mau cinema, mas sei demonstrar a qualidade de um bom espectáculo e um repúdio por um mau filme. Ao entrar na sala onde iria ver There Will Be Blood de Paul Thomas Anderson , pensei em tudo isto, à partida sabia que se tratava de um bom filme, talvez o único real candidato que tenha feito sombra ao excelente No Country For Old Men dos irmãos Coen na última corrida aos Óscares. Havia lido que mais uma vez Da

A segunda-feira

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Bom fim-de-semana

Sabem quem são?

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Antes de adormecer (três coisas para vos dizer)

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Mo cuishle means My darling, my blood .

A ternura dos oitenta

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Para ver, um click.

REC

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Quando vi pela primeira vez A Curva fui atingido pelo chamado arrepio na espinha. Esta pequena incursão por uma das lendas da Serra de Sintra, apesar de monótona, de ter actores fraquinhos e de pouco ou nada trazer de novo, nos segundos finais conseguiu o que poucas longas-metragens tentam vezes sem conta, assustar. Desde a câmara ao ombro até ao terror na nossa língua, algo ali realmente resulta. Em REC sucede-se precisamente o mesmo. Muda o conteúdo: uma equipa de reportagem decide passar a noite num quartel dos bombeiros retratando um noite normal na vida destes homens. A rotina é quebrada quando respondem a uma chamada de socorro, uma idosa está presa na sua casa num dos andares de um velho prédio. O que parecia fácil acaba por ser uma luta pela sobrevivência e está dado o pontapé de saída, que rapidamente nos assola (aos 10 minutos já está o caldo entornado) e nos prende às escuras num prédio podre de vida. REC não traz nada de novo ao género, nem no modo jornalístico de filmar

Cenas à chuva - 2

No labirinto confuso que é a mente existe sempre espaço para a chuva. Jim Carrey queria apagar Kate Winslet da sua mente mas arrepende-se a meio do processo, entrando num jogo do gato e do rato, das escondidas em recordações passadas onde o amor tenta ser o elo mais forte. A água das recordações é a união que ele tanto procura, a libertação a meio duma luta em forma de sorrisos, como se fosse fotografia de um tempo perfeito. As gotas juntam-se à música e nasce aqui um dos meus momentos favoritos de cinema.

Hoje cheguei à conclusão

Que este blogue é: a minha ponte para Terabithia a minha almofada é o meu pé esquerdo a minha última cruzada

That thing you do

Há herói mas é verde

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O facto de um filme ter o Edward Norton , por si só, já constitui motivo suficiente para eu o ver. Mais ou menos activo é dos meus actores chave, uma das grandes referências do meu cinema. Confesso que o trailer deste Incrível Hulk não me deixou muito satisfeito. Talvez por eu ter gostado bastante da visão do Ang Lee , ou talvez por não conseguir imaginar esta besta verde a ser usada como instrumento do bem. Toda a graça do Hulk assenta precisamente no facto de ele ser um herói descontrolado, que destrói tudo, desde as igrejas até às sedes terroristas. É bofetada para um lado e para o outro, apenas sossegada pelo seu eterno amor. E é esta a ideia que tenho de um herói preso na fúria. Espero que ela não morra.

Depois de ver (2)

o Die Hard nunca mais andei descalço.

O que fazer

quando se tem de fazer o trabalho mais aborrecido do país, talvez da Europa? Palavras que se bocejam ao ritmo de algum animal muito lento e gráficos que não se esforçam por me dizer alguma coisa, viram-me as costas, enquanto os meus ombros caem cada vez mais fundo na cadeira. O que fazer quando, para fugir ao trabalho de cima, queremos escrever algo no nosso blogue, mas tudo o que pensávamos ser criativo é lacuna em branco ou vazio enjoativo. Que fazer?! É por a tocar a única música que dá realmente estilo a qualquer actividade e acção, a qualquer conclusão demorada ou introdução burocrática. A salvadora. Ao som disto qualquer um se inspira, qualquer um fica com a confiança necessária para tudo e mais alguma coisa!

Ensaio

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Clicar e ver

momento flickr (inspired by the movies) #3

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Cenas à Chuva - 3

Aquela chuva. Não é uma chuva qualquer. É a chuva da fuga, da libertação com o passado. A chuva que simboliza o obstáculo em que consiste o caminho a ao mesmo tempo a forma mais natural de limpar o sujo das quatro paredes e muito mais grades que se deixaram para trás. A chuva aqui é a Liberdade. A esperança. A música. A música que ninguém consegue roubar a ninguém, como diz o próprio Andy ao amigo Red. Vi The Shawshank Redemption pela primeira vez há muitas vezes atrás. O filme que me apresentou Tim Robbins e me fez idolatrar Morgan Freeman. Estaria a cair no lugar comum se dissesse que é uma lição de vida. E estaria a mentir também, porque não é uma lição de vida. É a lição de vida.

Antes de adormecer (e porque uma coisa leva a outra)

Louras

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Quem é a loura deste beijo?

Confissões de uma mente cinéfila (4)

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Quando eu era muito novo pensava que o Episódio 5 da Guerra das Estrelas tinha o nome de: O Império contra a Taca Sim é verdade. Deduzia na altura que a Taca seria alguma senhora do bem ou uma corporação amiga que combateria, lado a lado com os Jedis,o terrível Império.

Ainda vou a tempo

De me presentear com um sincero clássico da minha infância e embrulhar mais esta ruga num longo e saudoso suspiro. Nota - apesar de me identificar nos velhos tempos intermináveis desta história, sou completamente contra o penteado do vocalista.