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A mostrar mensagens de Maio, 2008

momento flickr (inspired by the movies) #5

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Hot-Crazy scale

Personagens - Benjamin Linus

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Benjamin Linus é das personagens mais interessantes, dúbias e complexas que a televisão já viu. Consegue criar no espectador sentimentos tão antagónicos e distintos que se torna quase impossível defini-lo e colocá-lo num dos lados da barricada. Entrando apenas a meio da segunda temporada rapidamente agarrou o leme e é agora um dos maiores pontos de interesse da história, roubando toda a luz sempre que nos dá a honra de aparecer. Pequenino, com o seu corpo frágil, esconde uma inteligência acima da média e uma espantosa capacidade de manipular os outros. Os seus sorrisos irónicos de vitória, os seus olhares de espanto, as suas feições e atitudes, entre tantos outros pormenores, constituem um incrível trabalho de actor por parte de Michael Emerson , relativamente desconhecido até então e que carimba aqui um papel inesquecível. Vamos continuar a vê-lo (infelizmente só até quinta) sempre a espera que nos surpreenda, aguardando a próxima cartada e nunca percebendo se estamos a ouvir a ver

Cenas à chuva - 1

Como bom presságio e fazendo um apelo à tímida Primavera, acabamos aqui com a chuva. E de todas as cenas escolhidas esta é aquela que não podia de modo algum ficar de fora. Já referido aqui algumas vezes este é para mim o momento chave de Garden State , de toda uma geração indefinida e confusa que grita os seus medos e fantasmas para um enorme vazio. Parte de um todo por mim adorado, monta na perfeição o sítio onde me encontro, um tempo desiludido de uma juventude cansada, uma procura de um lugar certo numa sociedade esquecida de nos ver. A chuva espelha a liberdade e a vontade de continuar a luta, caindo sobre os sacos de plástico ao som de The only living boy in New York . Então, no refrão, chove um beijo e nesse momento todos gritamos, todos desejamos uns aos outros Good luck exploring the infinite abyss!

Questão

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Que actriz portuguesa teria o perfume certo para ser uma Bond Girl?

A segunda-feira

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O take mais longo

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Uma das (poucas) coisas boas que Expiação me deu foi aquele fabuloso plano-sequência na praia. Deixou-me realmente rendido ao espectáculo e à perfeição de uns cinco minutos em contínuo movimento, sem interrupções. Como fã deste tipo de cenas fui investigar nos meandros da rede e deparei-me com esta lista bem jeitosa carregada com mais de duas dezenas de momentos, uns que conhecia, outros que já não me lembrava e por fim, as novidades absolutas. Agarrem então na câmara e deixem a filmar...sem cortes.

Olha quem ele é

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Vi-o pela primeira vez à saída da sala de cinema mas pelos vistos ele já andava na minha vida há muito tempo .

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

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Ao rever uma aventura qualquer dos oitentas, ou mesmo dos noventas, chego à conclusão, já muito concluída, que o cinema mudou. Já não temos o privilégio de ver a densidade e a espessura que caracterizavam antigas obras, já não pomos os olhos em ambientes fechados e personagens completas. O mercado mudou, as grandes empresas ditam as regras e criatividade está amarrada, sufocada, sem espaço para nadar sujeitando-se a novos conceitos mais abertos e vendo-se obrigada a agradar à pipoca. Cada vez mais temos heróis ocos e vilões de plástico. Tenho saudades do velho cinema, onde os filmes eram feitos para mim, recheados de guloseimas e pormenores, tenho saudades de uma época que infelizmente já não volta. Isto para dizer que o Indiana de hoje nunca poderia seria o Indiana de 1981. Em parte por esta transformação global da indústria e por outro lado devido à idade do nosso herói, que envelheceu e evoluiu. As comparações com o passado são porém inevitáveis, o selo da saga está lá estampado (pa

How happy is the blameless vestal's lot!

The world forgetting, by the world forgot Eternal sunshine of the spotless mind! Each pray'r accepted, and each wish resign'd. Alexander Pope

Os estranhos

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Tanto um como outro estão na minha lista de bizarrias a ver este ano. Se um vem da mente do autor de Fight Club , o outro é definido como um casamento entre o Garden State e o Crash de Cronenberg. Choke tem um homem que se engasga propositadamente e repetidamente, fazendo disso o seu modo de vida. Qui Pro Quo tem um locutor de rádio paraplégico que inicia uma investigação sobre pessoas que têm prazer na amputação dos seus próprios membros. Qual dos dois o mais impróprio? Não sei, mas para mim quanto mais estranho melhor!

Don't give up on your dreams boy

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Uma mão cheia de documentários, é o que o actual panorama cinematográfico nos oferece. Está aí a arte de documentar e entreter, com temas apurados e imagens cada vez mais sedutoras este género ganhou sem dúvida o seu lugar nas salas de cinema. E não são só o Michael Moore e o Al Gore que têm o sentido e o tacto da coisa, não é só política e ambiente, há todo um outro mundo para ver: podemos levar umas injecções valentes do mundo dos esteróides com Bigger, Stronger, Faster ; sentarmo-nos comodamente na plateia e ouvir Glass, a Portrait of Philip in 12 Parts ou os ternurentos octogenários de Young At Heart ; classificar este ou aquele filme em This Film is Not Yet Rated ; subir ou descer o rio em Up the Yangtze e continuar, num sem número de opções e temáticas. Mas falta aqui o dono daquela fotografia, o detentor de uma calorosa recepção em Sundance, o documentário de seu nome American Teen . Realizado por Nanette Burstein (vencedora do óscar de melhor documentário em 1999 com On t

Qual é o filme?

(...) Don't say goodbye, let accusations fly like in that movie, You know, the one where Martin Sheen waves his arm to the girl on the street (...) dEUS - nothing really ends

Lars and the Real Girl

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Numa das cenas de Lars and the Real Girl os “anciões” da pequena aldeia reúnem-se para tomar uma decisão: devem ou não aceitar a estranha ilusão de um dos seus? Várias vozes se levantam contra, até uma das velhotas trazer todos à razão, lembrando a cada um as suas manias e loucuras, os seus momentos mais estranhos e peculiares. Esta sublime cena espelha as decisões pessoais de cada espectador em alinhar ou não nesta fantasia. A premissa não é de fácil digestão, podendo afastar muito boa gente que vê este filme como mais uma maluqueira perversa, da piada fácil e do mau gosto: Lars, um solitário com dificuldade nas relações interpessoais, compra uma boneca numa sexshop virtual e faz dela o seu novo amor. Quem viu o trailer percebeu que morava aqui muito mais que um vulgar caminho; para ele Bianca é real, com um passado e um presente, com gostos e sorrisos, com virtudes e defeitos, com a carne que o faz dialogar e apresentá-la ao resto do mundo. Quem viu o filme sabe que está aqui o cami

Bom fim-de-semana

Dois amigos

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As cores levaram-me ao preto e branco. Ou por outras palavras a foto de cima trouxe-me a foto de baixo. Ao ver as primeiras imagens de Pineapple Express não pude deixar de recordar uma das minhas comédias favoritas, o Nothing to Lose . Como denominador comum temos dois falhados, dois desgraçados no sítio errado à hora errada, envoltos numa série de peripécias inimagináveis e delirantes. Não se trata da vulgar comédia de pacote, mas sim de uma divertidíssima história recheada de tudo, com os timings perfeitos e com duas óptimas interpretações a encabeçar o elenco (o melhor papel da carreira de Martin Lawrence ). É daquelas comédias que me surpreendeu totalmente, ia apenas ao cinema ver mais um filme mas acabei por levar com uma das obras mais simples e ternurentas que a comédia americana algum dia me deu. Esperemos então que Pineapple Express , à semelhança deste seu primo afastado, não seja apenas mais um e faça real diferença nas gargalhadas (eu estou francamente convencido que sim)

Hablas conmigo?

Ir ao cinema em Espanha pode ser um problema. Partamos deste princípio. Ou melhor, ir ao cinema em Espanha é um problema. Pode ser um problema muito grave. Não há versões originais dos filmes comerciais. Não há, ponto. Se uma comédia ou acção de terceira categoria até marcha, mesmo com as Cameron Diaz e os Keanu Reeves hablando na língua de Cervantes, qualquer coisa em que a palavra qualidade esteja ligeiramente implícita é terrivelmente atrocidada pela extorsão da língua original. É(-me) extremamente difícil nutrir algum respeito (cultural) por um povo que não conhece a voz do Robert de Niro.

momento flickr (inspired by the movies) #4

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My wife is an alcoholic

Best person I ever met. She has 600 different smiles. They can light up your life. They can make you laugh out loud, just like that. They can even make you cry, just like that. That's just with her smiles. You'd have to see her with her kids. You'd have to see how they look at her, when she's not looking. To think of all the things she lives through, and I couldn't help her .

Ernesto

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Tom Waits: Glitter and Doom Tour press conference

ser genial é ser isto.

Histórias de um sábado que já é ontem

- A televisão nacional esteve invulgarmente interessante. Nem um filme com o Adam Sandler ou o Rob Schneider , nem um cão ou um macaquinho. A verdade é que deram três óptimos filmes: Die Hard - A Vingança , Batman - O Início e Os Salteadores da Arca Perdida, cada um no seu respectivo canal. Estranho... - Descobri que Donnie Darko irá ter uma continuação e cheguei à conclusão que certas sequelas deviam dar pena de prisão. Ou melhor, só o simples facto de pensar em fazer o 2 já devia dar multa. - Ouvi diversas bandas sonoras, cada uma à sua hora, cada uma com o seu interesse e qualidade, cada uma e uma a uma que recomendo vivamente: I´m not there Juno Dan In Real Life

Ficava a matar na minha estante

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Num passeio pela Fnac dei de caras com isto . Não sou grande fã de coleccionar bonecada, mas estes deixaram-me mesmo rendido. Existem muitas versões e edições mas em qualquer uma delas a minha escolha recairia sobre Mr. Blonde . O melhor é mesmo não começar, senão depois dos cães viriam muitos mais ... Continuando na maré Tarantino encontrei (ou relembrei) um poster de Jackie Brown . É um dos meus posters de personagens favoritos. Traduz todo o estilo do filme e mostra-nos uma senhora que (infelizmente) poucas vezes nos dá o ar da sua graça.

Mandy Lane

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Agora percebo porque é que All the Boys Love Mandy Lane , é que a dita cuja chama-se Amber Heard e é o que o meu pai costuma chamar de um borrachinho. Esta jovem estrela de 22 aninhos, entrou em filmes como North Country , Alpha Dog e mais recentemente Never Back Down (que penso ser uma espécie de Karate Kid do novo século). No futuro iremos vê-la no slasher movie acima referido, em Pineapple Express , em The Informers e em The Stepfather . Estrela em ascensão ou apenas mais uma cara bonita só o futuro o saberá dizer, por enquanto contentamo-nos com a cara bonita. E sai mais uma foto.

You stole the sun from my heart

Vilãs - ela só queria um final diferente

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Ao passear por esta lista dei de caras com a enfermeira Annie . E ficou um frio esquisito aqui no quarto. Ainda hoje esta personagem me assusta. Vi o filme apenas uma vez mas foi o que bastou para que esta arrepiante cena me perseguisse para sempre. Morreu ali o meu sonho de ser escritor.

Josh Brolin W. Bush

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Cashback

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[As traduções portuguesas dos títulos chegaram a um ponto que, quando as leio, a minha única reacção é um encolher de ombros conformado. São como aquele maluquinho que todas as terras têm, que vagueia sozinho em acções estranhas, gritando alucinado e pedindo cigarros a quem passa. Quem o conhece já não estranha, limita-se a dizer ele é mesmo assim , coitado .E lá continua ele, no seu mundo próprio sem que as vozes alheias o incomodem. Vamos então vê-lo em acção: Forgetting Sarah Marshall foi traduzido para Um Belo Par de...Patins e Cashback para Bem Vindos ao Turno da Noite . Ia argumentar e tentar explicar porque é que isto não faz sentido nenhum, mas já desisti...já nada me surpreende...] Aclamado em muitos festivais e nomeado para o Óscar de Melhor Curta-Metragem em 2006, Cashback desdobrou-se agora num filme completo. Sean Ellis pegou no cerne já construído e adicionou duas novas partes, uma antes e outra depois, que se unificaram nuns saborosos 100 minutos. Primeiro devo conf

De tanto escrever o meu blogue parou

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Até amanhã.

As areias do tempo

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Lembro-me daquele dia. Do momento em que vi pela primeira vez o velhinho Prince of Persia . Início dos 90 e um computador cansado, estacionado na sala de jogos da nossa ludoteca, fazia-nos sonhar com as maravilhas mais recentes do mundo dos jogos, do mundo lá fora. Para a altura era um estrondo, tanto a nível gráfico, como a nível de história e longevidade, era aos olhos deste puto o melhor jogo do mundo. As areias do tempo correram, os jogos estão noutro patamar e surge agora o primeiro poster do filme que estreará em 2009. Tem tudo para ser bom e o que eu peço ao senhor Mike Newell é que não estrague o sonho aqui desta criança.

Continua vivo

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It´s still alive ..ouvia-se na gravação invertida depois de desenrolados os créditos finais de Cloverfield . Mais uma pista para o saco e ficava definitivamente o rastilho aceso para a sequela. E se o primeiro teve uma campanha viral de peso com certeza que o segundo não ficará atrás. Eu como fã absoluto, desdobro as pistas e perco-me de site em site, que nem doido desnorteado, à procura de teorias, de vídeos, de frames com setas vermelhas, de mais sobre a história do gigantesco monstro que uma noite decide destruir Manhattan!Isto tudo porque, vindas não se sabe bem de onde (até podem ser falsas e esse lado especulativo dá um imenso gozo à coisa), apareceram na internet duas fotos do fundo oceânico onde vemos...bem isso agora deixo ao critério de cada um... Tudo (ou muito pouco) sobre este assunto aqui e aqui .

Para o infinito e mais além

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Este blogue faz um ano e para comemorar vamos organizar um ciclo de cinema do Renny Harlin . Estão todos convidados para este evento do qual farão parte filmes como o estonteante Driven , o assustador The Covenant e o arrebatador Cutthroat Island ! Two thumbs up! Estava a brincar. Queremos apenas agradecer a todos os que frequentam aqui o nosso cantinho e continuam a ler as nossas linhas! (Um especial obrigado ao Chainho pela colaboração!)É muito bom fazer parte deste universo cinéfilo, de falar e de ouvir, de dar e receber, de ler, de chegar a casa e escrever. Estes dois compinchas vão continuar por cá, a trocar ideias e a contar histórias do céu, neste nosso espaço...

Feliz Dia da Mãe (2)

Feliz Dia da Mãe

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Iron Man

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Nunca tinha ido ao cinema tão cedo. Nem sabia que existiam sessões antes da uma da tarde mas a verdade é que, como assinalado no bilhete, ao 12 e 50 lá estava eu no escuro da sala, preparado para mais uma adaptação de uma BD da Marvel . E antes de começar, ou começando pelo fim, deixem-me dizer-vos que achei Iron Man um óptimo filme. Dito isto vamos lá desmontar o herói por peças. Mesmo sem conhecer os quadradinhos quem viu os trailers leva de antemão uma gorda noção da história e do rumo dos acontecimentos. Lá começamos no deserto onde Tony Stark, um milionário da indústria do armamento, é feito refém por um grupo de rebeldes que o obrigam a construir um inovador missil, fabricado com o intuIto de servir as tropas americanas. Sem grandes alternativas e com uma espécie de íman no peito que o mantém vivo, decide construir um fato indestrutível e assim tentar a sua fuga das fechadas montanhas do Afeganistão. Esta é a base que sustém e desencadeia toda a acção, assente num só homem: Robe

Foi engraçado encontrar a paz num filme de guerra

Vinha no caminho a pensar em meia dúzia de palavras. Em conceitos que aqui montados vos dessem uma ideia de paz. A solidão de uma viagem cansada tem destas coisas, vemos sozinhos outros sítios, vemos tanta coisa que nunca vemos a estrada. Cheguei a duas ou três composições, repeti-as com as manias e tiques de uma condução acertada, soavam a enjoo. Queria mostrar o segundo antes de um final, a imobilidade antes de uma tempestade, a serenidade antes da queda. Gosto desse instante, e só me saíam poemas quadrados com quadras pobres, sem milho nem trigo para alimentar o mais faminto dos leitores. Queria cortar aquela fatia de tempo onde poderia viver o resto, o que ainda tenho e o que ainda vem, queria mas só caíam contos desajeitados onde o casal morre, onde saiem todos destroçados. Até que cheguei. A casa e ao mar. Não tenho as letras desta cena, mas tenho um soldado que decide ser apenas homem e mergulha na calma azul do sossego, onde os corpos deslizam lentamente e uma canção flutua ao