Regresso a Woodsboro para falar do pós trilogia original, o que deve ou não ser uma requela e o que nos reserva do futuro da saga. Abordamos pois a a fase "outra vez arroz". Pelo caminho recordamos a obra de Wes Craven, importância, legado e todos aqueles puxões de orelha que vão diretamente para a watchlist. Tudo dentro das regras do género e na companhia dos comparsas/amigos/suspeitos Paulo e Daniel.
Mostrar mensagens com a etiqueta Scream 5. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Scream 5. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
sábado, 15 de janeiro de 2022
Os estranhos gritos das requelas
Não sei muito bem como lidar com estas requelas. Vou rodando na mão, como um fruto estranho, sem saber o que fazer: é para comer, rejeitar, irritar, guardar? Este novo Scream então abriga-se por completo nesta (in)definição. Tendo ainda como extra a caixinha do meta. Como se a auto consciência, paródia e referência fossem justificações para colagens puras. Não são. E isso é talvez o que mais me desilude: ao cair o número 5 do título há quase uma desresponsabilização, de que é mas não é, de que continua mas não. Todos os anteriores tomos, por muitas camadas e espelhos que tivessem eram animais distintos, cada um a trazer para cima da mesa novas ideias, novos ângulos. Ao ouvir o Dewey - melhor regresso dos três - dizer no trailer que sentia que este era diferente, pensei de imediato que daríamos um passo construtivo.
A cena de abertura é simples, prática, bem escrita, inserindo variações cativantes. Jenna Ortega está extraordinária. As mortes são todas um mimo. Com os tempos certos e aquele estripar de levar as mãos à cabeça. Do melhor que a saga já teve. O problema é que todos os conceitos iniciais que nos poderiam ter levado para o apetecível desconhecido (wow isto é diferente) caem às mãos de obrigações antigas (afinal não é). Falta-lhe aquela aura, sombreada na música, do grande mistério, da tragédia, da antecipação. Para ser o novo primeiro capítulo era preciso assumir o risco e se calhar olhar para o que a série de televisão tentou fazer. Mas mais uma vez lá está, não sei bem o que é isto. É um filme do Scream sem dúvida. Passou a correr e eu diverti-me. Agora é uma peça que vai ficar no tapete, porque não faço ideia onde poderei encaixá-la. E isso como final de jogo é sempre frustrante.
sexta-feira, 15 de outubro de 2021
Venham mais gritos
Aquele Hello Sidney, It´s an honor, mesmo no final, carago! Aí sim, aí estamos na saga. Até há um vídeo só com essa parte, tão bom. Porque de facto o resto do trailer não abana, não mexe com as nossas agulhas. Podem estar a esconder algo grande, mas o que transpareceu foi um produto cansado, de volta às mesmas regras, às mesmas casas, aos mesmo inícios. Como pontapé de saída de uma (possível) nova trilogia - com os mocitos do bestial Ready or Not - estava à espera de uma volta maior. Acender a velita e em janeiro não falhar a missa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
-
Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...