Mostrar mensagens com a etiqueta Rogue One: A Star Wars Story. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rogue One: A Star Wars Story. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Eu gosto de ti à mesma Mendelsohn


Girl you see me smiling
Girl i'm singing words of joy to the world
Between the lines it's hidden in the smile
Can't you hear a cry for love


Este refrão do Fonseca é, com todas as suas letras, luva para Rogue One. Gareth Edwards, preso dentro de sorrisos, explosões e formatações. Lá dentro, da apertada máquina que limita, corta e censura. E o que mais custa, é que nas entrelinhas conseguimos de facto ouvir o apelo. O filme a querer sair, a querer ganhar forma e a existir perante nós, para ser abraçado e vivido. É penoso. Amargo porque está ali escondida uma obra do caraças, com um ambiente e cenografia maravilhosos e um tom unidireccional, negro e suicida, que nunca antes se tinha provado. Tudo por terra, às mãos de uma retrosaria filha da puta que só se interessa pelo preço do frame a metro. O casting é francamente mau, não, não e não. Em 2016 não se pode de todo escolher aquele par de jarras novelesco e amador para uma história que pede maturidade e negrume. Mas mesmo assim, se houvesse o mínimo de espaço para se respirar, para o filme se construir construindo os seus - antes, durante, depois - explorando as suas motivações e colocando-as em xeque, aí tudo seria diferente. Nunca chegamos a perceber o porquê de nada, o real, o tal real que permite a formação de laços. Não é de todo normal, a personagem que mais saudades deixa ser um robô. Demasiado plano, insípido e maquinal, ou como diz a canção words of joy to the world

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Os rebeldes somos nós

As refilmagens foderam isto tudo. Podem vir com: tem lá calma, nem sabes o que foi filmado de novo, nem sabes o que mudou, se calhar está bem bom. Não está, e como é que eu sei, sei porque este último trailer parece daqueles trailers que se faz do género "e se o Star Wars fosse uma comédia dos irmãos Farrelly", e muda-se tudo, e fica às vezes engraçado. Nunca, são sempre montagens de merda. Mas percebem a ideia. Do primeiro teaser, dum claro negrume, com frases certas, com belos planos, com belas presenças, passamos para um recauchutamento que mete em loop a música do Awakens, variações em ré menor, diálogos de pacotilha - com aquelas que prometem ser as piores escolhas de casting de sempre do universo - fugas de nave iguais às outras, menos planos da água, um frame de Mendelsohn - que nem tem direito a uma fala (???) - uma sinopse que se reduz ao que já sabíamos e no final a mama do costume. Darth Vader a bater uma no Red District. A sério amigos? Estão tão desesperados que têm de descredibilizar por completo qualquer directriz criativa, qualquer vontade nova e cair nos mesmos engodos de fã. É feio, é triste. É olhar para uma indústria que se apelida como a tal arma de destruição maciça, é ela a real Estrela da Morte, que consome tudo o que tínhamos, referências, heróis, saudades, suspiros, aventuras, sonhos, tudo dentro desta misturadora de plástico, de lixo. É olhar sem força, porque os rebeldes somos nós, e nós malta, estamos claramente a perder.

domingo, 17 de abril de 2016

I post

Confesso que me dá algum pau quando ela diz this is a rebellion isn’t it? I rebel. Apetece-me encaixar isto em todo o lado tipo this is a blog isn´t it? I blog. This is a shopping isn´t it? I shop. Ou mesmo fazer piadas tipo this is a robotics isn´t it? I robot. Ahahahah, que engraçado que isto foi agora.

sábado, 9 de abril de 2016

Rogai pela buzina

Isto agora vai ser tudo mas com gajas. Já perceberam não foi? Mas não é a Felicity Enjoada Jones que me traz aqui - ui sou rebelde eu rebeldo-me - nem o Ben Mendelsohn que é o melhor ator do mundo de sempre e que possivelmente será um vilão assim do caralhão, é o facto do trailer do Roga Um ser um trailer buzina. Ai como eu gosto de trailers buzina. No Brasil chamam-se trailers sirene, mas eu prefiro buzina. Outros trailers buzina? O Prometheus, e o...Prometheus, só para dar dois exemplos, porque eles são muitos.