Andava eu a passear pela Box-Office americana, quando, no meio daquelas certezas clássicas da época do calor me deparo com o décimo lugar: Judy Moody and the Not Bummer Summer. WTF?! Mas que filme é este? Costumo estar habituado a encontrar por aqui aqueles infindáveis épicos familiares do Tyler Perry, agora isto, não estava de todo preparado. E amigos, ter a Heather Graham numa adaptação de um livro infantil não combina, pelo menos para quem viu Boogie Nights e não consegue esquecer aqueles patins.segunda-feira, 20 de junho de 2011
Quem és tu número 10?
Andava eu a passear pela Box-Office americana, quando, no meio daquelas certezas clássicas da época do calor me deparo com o décimo lugar: Judy Moody and the Not Bummer Summer. WTF?! Mas que filme é este? Costumo estar habituado a encontrar por aqui aqueles infindáveis épicos familiares do Tyler Perry, agora isto, não estava de todo preparado. E amigos, ter a Heather Graham numa adaptação de um livro infantil não combina, pelo menos para quem viu Boogie Nights e não consegue esquecer aqueles patins.Desatinar sem rir
Mas por que é que estas comédias da geração Apatow têm de se basear sempre nas mesmas e repetidas gracinhas? Na ganza e na masturbação, em toda e qualquer situação. Your Highness apresenta uma promissora premissa: revitalizar de forma tresloucada os contos de fadas. Tem também um excelente elenco e fantásticos efeitos, como é o caso de James Franco ou a sequência da mão no caldeirão, respectivamente. Mas tudo cai por terra quando somos bombardeados até à saturação com as piadas do foro sexual, como se mais nada resultasse para desencadear a gargalhada. Fica a ideia, a Natalie Portman em fio dental e a certeza de que assim não irão rir muito longe.segunda-feira, 13 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
O pequeno sobre o grande
Mais um cheio de coração vindo de Sundance. A história não é nova de todo mas John C. Reilly e uma rapariga igualzinha à Tara Reid são motivos para ficarmos alerta. A nossa intuição faz o resto.
Sequelas sem jeitinho nenhum (5)
Numa altura em que ainda não existia a CPCJ, um puto sozinho em casa foi sucesso mundial. Duas vezes. Sendo que a segunda, é igual à primeira, com ligeiras diferenças, difíceis difíceis de identificar. Perdoando este par de armadilhas e humor forçado de domingo à tarde, é impossível aceitar as continuações que se seguiram, tornando o todo numa não divertida quadrilogia. Eu vi o terceiro, tem a Scarlett Johansson. O quarto já é água a mais para a minha camionete: para além de ter o poster desfocado no IMDb, tem um dos vilões mais insuportáveis à face da Terra. Ainda bem que ninguém se lembrou de fazer uma espécie de prequela, porque sejamos sinceros, era idiota de mais um bebé sozinho a enfrentar "perigosos" ladrões. Não era?


sexta-feira, 10 de junho de 2011
Quando baixam a música
Em Tournée, Mathieu Amalric pede constantemente que baixem a música. Nos hotéis, nos bares, nos sítios. Ninguém o ouve. Até ao (melhor) momento do filme, em que uma empregada de uma estação de serviço diminui o volume do rádio. Ele olha em volta, incrédulo, saboreando a ausência de ruído e seduzindo, tolo, este pequeno paraíso. No fim é ele próprio a ligar a aparelhagem, conformado com a verdade certa de que o nosso silêncio não passa de uma utopia.quinta-feira, 9 de junho de 2011
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