Isto porque, agora dentro de época, vi finalmente Rare Exports. Inesperado nevão, que de imediato nos toma para as terras inóspitas das antigas aventuras. Semi rígidas, entre a ingenuidade da infância, e o terror decrépito do envelhecer, dos antigos, dos contos afinal sinistros. Com um sentido de humor e de tempo, de ação e de espaços, raríssimos, tão raros como o título. Para um final delicioso, de antologia. Por isso, sempre que o Spielberg o quê ou o Burton aquilo, vejam esta lição, e depois escondam-se num buraco, até à sequela.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
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