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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Nem vou falar do Franco

Raimi, mais um a juntar ao clube dos patetas. Ou tio patinhas. Com direito a pilha de ouro e tudo. É fácil perceber, o dinheiro, mas é mau de engolir. Hipotecar assim um modo de fabricar arte só porque sim, só porque temos de andar todos dentro do círculo. Perdeu-se o conceito de cena, do peso da narração, do volume das personagens na história que se conta, tentando subornar contantemente o espectador: olha aqui, olha aqui, é bonito não é? É rapaz, é bonito, mas é fogo de artifício. E para isso basta-me o 25 de Abril.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Alice mora aqui

Isto é uma Alice, só que a Alice é Oz, ou traduzindo para o impacto frontal, Mia Wasikowska é James Franco. Não bastava a repetição de cores comestíveis e enjoativas, tiveram de ir buscar um dos grandes pastelões da actualidade. Aquilo nem a ferros amigos. A magia, a aventura, a cobiça de querer entrar. Não estão lá. Elas, bem elas devem ter rendas para pagar e o Raimi não sei, se calhar também tem. Pior apresentação era de facto impossível.

domingo, 8 de julho de 2012

Campos verdinhos


Oz: The Great and Powerful e The Hobbit: An Unexpected Journey têm três coisas em comum:
- Um título que utiliza dois pontos;
- Um poster com um prado verde, que eu suspeito ser o mesmo;
- Um baixo grau de interesse, perto do zero.