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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Só não é a pior cerimónia de sempre porque para o ano há mais



Terminada a cerimónia, as migalhas são suspiros. Onde estão os Óscares? Onde estão os meus Óscares? Onde estão aqueles pequenos troféus que faziam o mais puto dos putos sonhar com a noitada? A minha noitada. Onde está a inocência da surpresa? A apneia do abrir de envelope, onde está? Onde está a noite? A minha noite. Fui eu que sonhei? Fui eu que vi pequeno algo que nunca foi grande? Acho que não, acho que foi o tempo. A erosão dos valores, da criatividade e da do entretenimento. Ou percepção do mesmo. Já não está lá nada: só ecos. Milionários a premiarem-se mutuamente, como disse Billy Crystal, umbigos que vivem tão isolados que já não sabem, não querem saber. Está tudo mal, não há ritmo, os números musicais não têm graça e as montagens são fracas. Sobra o circo, que poderia fazer sentido se estivéssemos, lá está, no circo.


Há uma altura em que Cameron Diaz e Jennifer Lopez se viram de costas, com os seus rabos enormes e falta de juventude, a fazer um ar sexy. Fora de tempo, fora de horas, fora de tudo. Os Óscares são isso: uma cerimónia rabuda que se julga sexy mas que em última instância já não faz qualquer tipo de sentido.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ficou a faltar um

Só foram nove pelo ar criterioso. Ah e tal podíamos ter escolhido dez, mas não, somos muito exigentes. Enfim, as nomeações aqui estão, carregadinhas de sono. De realçar que a Katniss estava muito bonita e que a foto de Jessica Chastain não era de The Help mas sim de The Tree of Life. E é isto.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011