Mustang dá o jogo como ganho. Usa a temática como goleada instantânea e esquece-se dos remates. Dos desvios, fintas e cinturas. A tempos, não chega, parece que não chega. Parece porque de facto soma os três pontos. E soma-os, com a beleza das miúdas. É impressionante, escrever será sempre menos, as miúdas são tão bonitas, estão filmadas de tal modo, que cada cena é um poema. Elevam-se num todo de feições, cabelos ao vento, olhos ao sol, saindo daquele vaso e representando algo maior, inacreditável. Fôlego, em estado bruto.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
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