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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Já vi e é espectacular

Primeiro, para os sensíveis da vista, e como eu sou ferrenho, vou me desbocar à grande à francesa. Daí, meus filhos, não viram, ou vão espreitar o Breshit ou estão por vossa conta. Então: tem personagens novas bacocas, uma loira jovem boa, uma morena semi cota boa, o Ian Malcom, um cão, um autocarro escolar, monges no Tibete a ouvir rádio, tribos africanas a ouvir rádio, tribos africanas que lutam com catanas, uma nave do tamanho do Atlântico, yeahhhhhs com fartura, continência ao Mr. President, mais yeahhhhs, alguns "we got her!", uma rainha que é um super rip-off do Aliens, mas que corre no deserto, um segundo grupo de alienígenas que são bons e que são tipo uma bola de bilhar, e um super final em aberto para o 3. Foda-se. Como é que um gajo pode dizer que não a esta merda? Claro que falta magia, claro que o potencial de toda a mitologia criada nestes 20 anos é um pouco colocada de parte e poderia/deveria ser o sumo da premissa. [Apareceu noutras plataformas mas deveria continuar aqui acima do carrossel.] Claro, mas vamos lá, é uma guerra intergaláctica, fiquei tão excitado que parecia aquele gaiato no final do Back to the Future 2. O Emericas sabe uns truques, um deles é voltar.

sábado, 11 de junho de 2016

O pau dos 20 anos

Acordo de manhã e olho: então mas que pau é este? Junho não me costuma entesar deste modo. Enquanto desmonto a tenda chego à resposta. É que está a chegar o dia amigos, está a chegar.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Eu sei, eu sei, mas é o Independence Day

Também nós, espectadores, tivemos os tais 20 anos de preparação. Duas décadas à espera. Provocam-nos habilmente com isso, quase em jeito de questão, reflexão. Que estamos nós à espera? Somos nós, a tal geração que foi levada a acreditar que podia ganhar, mudar? O trailer ingenuamente - de propósito - apela a este puto, a um quase papel químico do primeiro, dos 14 anos, de um olhar deliciado sobre um blockbuster; porque as coisas aí eram de facto divertidas. Vamos lá a isso.