Mostrar mensagens com a etiqueta Final Destination Saga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Final Destination Saga. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Final Destination 4-6 (VHS podcast)


Seguimos caminho, cautelosamente evitando a morte, para a segunda parte do franchise de O Último Destino. O 4º capítulo é a ovelha negra (e desta vez 3 dimensões), o 5º é o retomar à forma (com direito a twist) e o mais recente Bloodlines é um inesperado revitalizar da saga. Quem o diz é o Miguel Ferreira (podcast Nas Nalgas do Mandarim) que regressa para fecharmos isto.

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Final Destination 1-3 (VHS podcast)


O homem da foice leva a sua profissão muito a sério e não gosta que lhe alterem os planos. Se lhe escapam uma vez, já não volta a acontecer da segunda. Esta premissa simples bastou para criar O Último Destino, um franchise que já dura há 25 anos. Desafiados pelo Miguel Ferreira (podcast Nas Nalgas do Mandarim) vamos passar os olhos nas inusitadas mortes dos 3 primeiros filmes desta saga que pôs uma geração inteira com medo de aviões, camiões com troncos e montanhas-russas.

domingo, 18 de maio de 2025

Final Destination: Bloodlines (2025)

A minha máscara de optimismo, escondia obviamente, muitas rugas. Em silêncio, digeria preocupações, duvidava dos seus efeitos visuais e acreditava na possibilidade de ser apenas mais um episódio da semana. Os maus tratos rebootianos da última década dão nisto. 

Mas não, não não não caraças! Final Destination: Bloodlines é a entrada que precisávamos: revigorante, irreverente, irresistível. E surpreendentemente circular na sua proposta: o caminho de ferro no início, o carro que passa para um lado, o caminho de ferro no final, e o carro que passa para o outro. A moeda, aquela moeda, com os seus percursos inusitados e irónicos. Esta ironia do fado, da "morte correr na família", resulta num tom divertidíssimo - desde as músicas até a algumas revelações novelescas - e num mecanismo que reformula por completo a saga. Permite dar mais força ao conjunto e ao individual, sem nunca esquecer as suas regras base, do quem é a seguir e de como é que te safas, oferecidas numa despedida emocional de Tony Todd: I intend to enjoy the time I have left. And I suggest you do the same. Life is precious. Enjoy every single second. You never know when... Good luck.  Boa sorte e que venha o próximo. 

Mortes favoritas: O início, que é ele próprio quase uma curta metragem. E claro, a delirante cena do hospital. 

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Final Destination 2 (2003)

Já não me lembrava que tinha a mocita do Mentes Criminosas. Também já não me lembrava que tinha um conjunto de interpretações e diálogos que "oh valha-me deus, então, mas por favor". Qualquer um daqueles barrotes de madeira tem mais carisma que esta grupeta. Porém, é inegável que esta é a obra que dita as regras e esculpe o molde da saga. A tensão dá lugar ao espalhafato, desde o icónico arranque na autoestrada até às mortes mais mirabolantes e sangrentas. É também um capítulo de real continuidade com o antecessor, trancando a única sessão dupla do conjunto; oferecendo mais, melhor e maior, com expansão da mitologia numa sequência ao contrário e com a possibilidade se poder de facto enganar a morte. Como? Morrendo, claro está.

Melhores mortes: Mãe e filho, ou filho e mãe se quisermos seguir a ordem da nossa amiga.

terça-feira, 29 de abril de 2025

Final Destination 3 (2006)

[SPOILERS] Este é o meu favorito. Montanha russa que exponencia com audácia e criatividade cada elemento da fórmula original: o início assombrado na feira popular, o casal que não é casal, as premonições fotográficas e o final empolgante do "agora é que estás mesmo fodida". O filme funciona bem, quer na sua logica cluedo, com as pistas nas imagens, quer numa lógica perene de desnorte, de olharmos para todo o lado, todos os sons, todas as possibilidades, sem nunca perceber realmente qual a porca solta que nos vai vazar a vista. Para além disso tem cavalos, mulheres nuas e boas canções. Difícil pedir mais.

Melhores mortes: Solário e pistola de pregos. Ai a boa e velha pistola de pregos.

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Final Destination 5 (2011)

[SPOILERS] Que nunca caiam as pontes entre nós. A verdade é que morte não quer saber pevas do Pedro Abrunhosa e este capítulo arranca logo com uma ponte a partir-se aos bocados. Por causa do vento, e também por causa da nossa amiga ASAE do destino. Não perdoa. À semelhança dela, também este filme tenta corrigir tudo o que foi feito no anterior. E de facto consegue. A cena de abertura segura de forma sólida os efeitos especiais (e o irritante 3D), mantendo de seguida um ritmo certo, com os pés na narrativa. As perdas têm consequência no grupo, existe um crescendo de alarme e descoberta, em paralelo com uma inevitável investigação policial. As próprias mortes são pequeninos eventos, de enganos e desvios, até à derradeira machadada, ou ao derradeiro salto de assimétricas. Claro que temos aquela aleatoriedade de uma mega chave de fendas cabeça adentro e podiam ter apostado mais na escala do confronto final - apesar de qualquer cena na cozinha que me lembre o Van Damme no Sudden Death ser uma cena ganha. Quando pensamos estar despachados, é então que: twistzão, este maroto era uma prequela, e aquele avião é o avião do primeiro. Ficamos com aquele olhar do dono do Babe, misto de orgulho e surpresa: that'll do Final Destination, that´ll do.

Melhores mortes: A ginástica e a acupuntura.

segunda-feira, 14 de abril de 2025

The Final Destination (2009)

 

[SPOILERS] Se há entrada unificadora, ao melhor estilo de um We Are the World, é esta. Não por ser espectacular, mas por ser uma valente cagada. Nestas sagas de terror e suas listas existem sempre variações, até no fundo da tabela: filmes injustiçados, filmes renascidos, filmes que apesar disto até têm aquilo, filmes que não sei o quê nhó nhó nhó. Aqui não, aqui é consensual e irrevogável que este The Final Destination é um desastre absoluto. Estreado em 2009 como uma espécie de reboot (esquecendo a letra 4 e deixando o Carlos fodido), corta qualquer tipo de elo narrativo com os anteriores (à exceção de uns barrotes de madeira a passar ao lado) e recusa-se a trazer algo de novo à mitologia. Limita-se a ser um mau episódio da semana, com efeitos horríveis, totalmente reféns do 3D, e mortes a despachar sem qualquer tipo de aquecimento. Num filme estranhamente curto, sobram os desgraçados dos atores e das atrizes, sem tempo para chorar, de deixa em deixa, à espera que a morte dê algum sentido a este disparate.

Melhores mortes: Ia dizer a das escadas rolantes mas não. Nenhuma se aproveita.