A exposição Posters Caseiros, do Edgar, chegou ontem à vila morena. Um serão formidável, descontraído e cheio de surpresas! Que, para além da comunicação da ciência, dos esforços e vontades, do cinema português e da arte, mostrou a blogosfera, a respirar e creditar o seu valor, o cinema de cada um para todos, na partilha inestimável de quem ama. Aquela história da alma e coração, aqui em estado selvagem. Apareçam, até ao dia 20 de junho na Biblioteca Municipal de Grândola.
domingo, 24 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
E sai mais uma musa para o panteão
Não é o íntimo glaciar de Under the Skin. Temos mais créditos do real, mais vidas no vai e volta. Porém continuamos na fotografia do além, como um sereno e quente sossego, enquanto agarramos a pele e nos desconstruímos. Que filme mais bonito, caraças. Possivelmente das coisinhas mais atraentes, certeiras e mágicas que iremos ver este ano. Apetece repetir a dança - já histórica - do Isaac.
de Armas
Assim é fácil brincar ao trocadilho. Já pareço a A Bola, quando inspirada. Certo é que esta marota vai fazer grandes maldades ao John Wick, que agora é pai de família mas aprecia uma boa rambóia. É o segundo trailer de truz truz.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Alguém tem de manter o nível
Tonterias, a torto e a direito. Claro que sim, a palermice de acumular o máximo de situações inacreditáveis. Certo é que estamos lá para mais uma volta, porque a malta diverte-se e só existe para nos divertir também. Gozo e ganho mútuo, bem feito, acelerado, mas, no final do dia, com requinte inocente que diferencia. Ah e claro, se não for esta saga a assegurar a cota de boas mamas e bons cus que temos direito quem é? O Bond Sénior? A Missão Possível? Ganhem juízo.
E no final, a princesa
Gostei tanto que me vejo engasgado na obrigação pateta do aviso. Como se eu me preocupasse. Mas pronto, lindo menino, se não viste e não queres adquirir conhecimento em demasia, esta pequena reflexão não é para ti. Se viste, vem daí. Cena da igreja? Claro, a par com aquela sauna do Jonh Wick, é possivelmente das agressões mais estimulantes dos últimos valentes anos. Que reduto este Matthew Vaughn, ainda a fazer o que gosta e a mostrar que consegue. No final não é o herói a ir ao cu à princesa, é ele mesmo a ir ao cu ao sistema. Muito muito bom.
Tem dores?
Meio adoentado, com umas cenas. Meio internado, já inteiro do lado de cá. Só pensava como tinha adormecido algures no filme da enfermeira 3D. Como?
terça-feira, 5 de maio de 2015
Este post é um bocado sério
Até que ponto, faz sentido, sequer pensar, na alteração/censura de um filme devido ao que se passa do lado de cá? San Andreas irá manter a sua data de estreia mas repensar o marketing, devido ao sismo no Nepal. Já Wild Tales foi dilacerado nos media, com exposição integral da sua primeira curta, graças ao acidente da Germanwings. Existirá algum tipo de dever por parte das indústrias criativas? Ou será apenas a eterna guerra da hipocrisia?
Até sempre
Não te podia deixar ir embora sem antes, também eu, te escrever em qualquer sítio. Sem flores, nem carolices, apenas um tirar de chapéu. Justified era a série que seguia há mais tempo, sem acasos nem imprevistos. Sempre deliciado com os apetrechados diálogos, a tensão inigualável e aqueles dois. Foda-se. Como deixar ir uma parelha tão definida e construída, vivida na sua própria indefinição e construção. Cliques, ou alinhamentos, de quando tudo está certo. Telefone em baixo mas certos porque viemos. Obrigado malta.
The Courtyard of the Ballads II
O Nuno Markl vai adorar. O Luís Miguel Oliveira vai detestar. Mas bocejos à parte, continua a ser perturbador a incapacidade de um dito cinema comercial não conseguir construir a merda de um trailer. Já nem pedimos um filme, só o trailer. Devem existir tutoriais para tal façanha, ou mesmo que não existam deve existir alguém amigo que depois diga não. É desconexo, é incongruente, é mau. O que só piora a catástrofe.
8 anos
Chupa. Este ano, até um dia antes. Minucioso, que nem velho chinês. Deu para recordar o primeiro mês e tudo. Maio de 2007. Engraçado agora ver, como tentei encher os dias: estou lá eu do início ao fim, um legado em 25, novo e sem os brancos. Willow, Lost, Namorada Aluga-se, Truman Show, Mulheres do Sul. Um cubo do melhor que a minha memória guarda, logo assim na primeira jornada. Muitas vezes voltei a estes sítios, nos tempos que passaram, provavelmente sem nunca saber que os tinha dado de bandeja. Oito anos depois e este meu mapa continua a surpreender. A funcionar como contínuo refúgio de uma identidade. Sem agenda nem hora, à procura apenas de mais um suspiro, mesmo antes do refrão. E por falar em cantigas: sou finalmente avô ou não?
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