sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Peace was never an option

X-Men:First Class oferece um trailer soberbo, muito, mas muito acima de qualquer martelo ou qualquer escudo. Ou muito me engano ou este novo início assegura aquela velha máxima dos seus antecessores: para a Marvel resultar, um mutante tens de filmar.

Nota (ii)

O trailer de The Beaver não é um trailer. É o filme todo resumido em dois minutos e meio. Por isso avancem com precaução.

Nota

O Dirty Dancing é muito mau. Mas a música dos Black Eyed Peas consegue ser ainda pior. Como é que é possível?!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O depois da rede social

No fundo Catfish é a consequência de The Social Network. Um existe por causa do outro, daquele outro que teve uma ideia. E se a história é grande, enorme, recheada de prémios, o que ficou são fragmentos de vidas, pequeninas, bizarras, destruídas.

Catfish vence aí, no grito; na reflexão do que são estas modernas formas de comunicar, ser e estar. Incomodativo. Imperdível.

Subúrbios


Scenes from the Suburbs

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Rapidinhas sobre os trailers da Super Bowl


Super 8 - E.T. , E.T. e E.T. Até tem uma bicicleta e tudo caraças!

Captain America - Hayley Atwell [suspiro].

Thor - anúncio da Coca-Cola Light.

Transformers: Dark of the Moon - Pouca explosão. Houve mesmo um momento em que eu consegui distinguir uma cidade. Assim não.

Fast Five - Vin Diesel vs The Rock é daquelas sessões de batatada que ninguém quer perder.

Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides - este puto vai começar a aparecer em força.

E eu que ainda não me tinha apaixonado hoje (III)


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Dia 6

Eu sabia que havia uma reviravolta. Tinha lido no Y da altura, numa pequena crítica, com esta mesma imagem. O título até reforçava essa mesma ideia: let´s do the twist. Passei então todo o filme em alerta máximo, armado em esperto e fanfarrão - era novo eu - para chegar ao final e levar uma bofetada como todos os outros espectadores. Toma lá que é para aprenderes.

Eu e o tambor

Há sempre filmes muito maus, que sob o efeito hipnotizante do sofá, se deixam rever, uma e outra vez. Um desses meus segredos dá pelo nome de Drumline. Tem o actor mais em overacting que eu alguma vez vi, a Zoe Saldana sem maquilhagem e o Orlando Jones em piloto automático. Tirando isso, acho piada ao facto das bandas desempatarem com a linha do tambor. E pronto, lá vejo de novo.

Preparativos para a chegada da Miss Fevereiro.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sinceridade

E se os posters dos nomeados para o Óscar de Melhor Filme fossem sinceros? O resultado pode ser visto aqui, e aqui, em baixo, ficam os meus favoritos.