terça-feira, 15 de abril de 2008
Há herói mas é verde

O facto de um filme ter o Edward Norton, por si só, já constitui motivo suficiente para eu o ver. Mais ou menos activo é dos meus actores chave, uma das grandes referências do meu cinema.
Confesso que o trailer deste Incrível Hulk não me deixou muito satisfeito. Talvez por eu ter gostado bastante da visão do Ang Lee, ou talvez por não conseguir imaginar esta besta verde a ser usada como instrumento do bem. Toda a graça do Hulk assenta precisamente no facto de ele ser um herói descontrolado, que destrói tudo, desde as igrejas até às sedes terroristas. É bofetada para um lado e para o outro, apenas sossegada pelo seu eterno amor. E é esta a ideia que tenho de um herói preso na fúria. Espero que ela não morra.
terça-feira, 8 de abril de 2008
O que fazer
quando se tem de fazer o trabalho mais aborrecido do país, talvez da Europa?
Palavras que se bocejam ao ritmo de algum animal muito lento e gráficos que não se esforçam por me dizer alguma coisa, viram-me as costas, enquanto os meus ombros caem cada vez mais fundo na cadeira.
O que fazer quando, para fugir ao trabalho de cima, queremos escrever algo no nosso blogue, mas tudo o que pensávamos ser criativo é lacuna em branco ou vazio enjoativo.
Que fazer?!
É por a tocar a única música que dá realmente estilo a qualquer actividade e acção, a qualquer conclusão demorada ou introdução burocrática. A salvadora. Ao som disto qualquer um se inspira, qualquer um fica com a confiança necessária para tudo e mais alguma coisa!
domingo, 6 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
Cenas à Chuva - 3
Aquela chuva. Não é uma chuva qualquer. É a chuva da fuga, da libertação com o passado. A chuva que simboliza o obstáculo em que consiste o caminho a ao mesmo tempo a forma mais natural de limpar o sujo das quatro paredes e muito mais grades que se deixaram para trás. A chuva aqui é a Liberdade. A esperança. A música. A música que ninguém consegue roubar a ninguém, como diz o próprio Andy ao amigo Red. Vi The Shawshank Redemption pela primeira vez há muitas vezes atrás. O filme que me apresentou Tim Robbins e me fez idolatrar Morgan Freeman. Estaria a cair no lugar comum se dissesse que é uma lição de vida. E estaria a mentir também, porque não é uma lição de vida. É a lição de vida.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Confissões de uma mente cinéfila (4)
terça-feira, 1 de abril de 2008
Ainda vou a tempo
De me presentear com um sincero clássico da minha infância e embrulhar mais esta ruga num longo e saudoso suspiro.
Nota - apesar de me identificar nos velhos tempos intermináveis desta história, sou completamente contra o penteado do vocalista.
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Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...



