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segunda-feira, 1 de abril de 2013



É que eu hoje faço anos. E no que toca a datas não dá para fugir do ananás. Ainda para mais continuo com aquela cena do Sound of My Voice na mesa de cabeceira. Razões mais do que suficientes para repetir e voltar a rir. Para o ano há mais.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Instruções

Andava a sondar o universo do tio poster, ainda com a bebedeira dos balanços, quando encontro esta gema. Para quem viu é um deleite, já impresso e guardado assim, que nem folheto. Para os outros é enigma suficientemente atractivo para se entrar. Um dos últimos grandes filmes que não saíram desta sala.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ainda te oiço

No início entramos logo. Perante segurança apertada, com estranhos rituais, tudo branco, tudo limpo. Pouco passou, já estamos no culto. Incrível como Sound of My Voice nos consegue arrastar para lá: para a constante dúvida, para o absoluto impasse. Para a ideia do ideal. Fazemos parte de tudo. Assistimos à união e à posterior fragmentação. No final deixam-nos e fogem, para que agora com as ferramentas consigamos construir uma lógica. Sublime interpretação de Brit Marling. Sublime obra de muitos géneros que se destaca como uma das pequenas grandes surpresas de 2011.