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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Acho que essa também aparece

Zombies sei bem o que é, agora orgulho e preconceito nem por isso. São merdas que se apanham na Primavera, acho eu. E lá está o problema basilar desta obra, que tinha tudo para ser espectacular, muito pouco dos primeiros, muito dos segundos e terceiros. Muito de conceitos que não entendemos e que se traduzem em erecções de aborrecimento. Depois há mais: pouca mama, pouco sangue, lutas mal amanhadas. Porque é que não pus o 400 Days, pensei eu, enquanto o Mr. Darcy, oh o caralho que o foda, lá andava feito parvo a fingir que não gostava da tesuda. Santa pachorra e zombies.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Orgulho e preconceito e cavalheiros que afinal não morreram bem

Converseta conjugal, quando surge, da parte dela, orgulho, preconceito e guerra. É zombies. Orgulho, preconceito e zombies. Não é nada é guerra. Oh foda-se, já eu chateado, e de peito inchado. Ganho sempre nestas merdas. Não havia como perder. Queres ver, queres, imdb, pimba, perdi. Orgulho e Preconceito e Guerra, para enganar os borregos mal desmamados, à espera dum cavalinho do Spielberg, ou dum lendas da paixão, com cavalheiros em tronco nu e três horas da saga de uma família de rapazes com pénis acima da média. ZOMBIES, caralho, ZOMBIES, não brinquem connosco.