A cena que todos vão falar, amanhã ou quando forem mais velhinhos. Orphan Black é esta pausa descontraída, construída em cima da melhor interpretação do mundo, Tatiana Maslany. O futuro é esse, promissor, mas também se não for basta pôr o disco a rodar: nem eu nem elas queremos saber.
Mostrar mensagens com a etiqueta Orphan Black. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Orphan Black. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de junho de 2014
terça-feira, 13 de agosto de 2013
A grande recomendação
Ninguém dá nada, ninguém conhece. Orphan quê? Black, Orphan Black. O que sucede é aquele reencontro surpreso de quem não consegue parar. "Muito bom, viciado, butal". Eu avisei, ou melhor, avisaram-me e eu passei palavra, como bom acólito fanático que sou. Tu que não viste esquece lá o que estás a fazer, deixa a Grey e as outras sopas. O que Tatiana Maslany faz nesta série da BBC America é algo de extraordinário e inesquecível. Tão complexo e elaborado que nos confunde, repartindo-se nas camadas. No jogo de espelhos, porque entreter é esse tabuleiro. Vénia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
-
Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...

