É muito maior a distância. As passadas entre um salto inválido e um medalhado. Porém ambos ficam no quase. No primeiro filme o Capitão tentava ser Indiana. Longe, numa trapalhada que misturava tudo, sem nunca descer ao verdadeiro lume da aventura: as personagens. Nesta sequela as coisas ficam mais sérias, o herói dá lugar ao deslocado. O início é de facto extraordinário no isolamento, primeiro com a corrida, depois com o barco - incríveis os planos aéreos - e depois de novo a saudade. Inspirando e expirando de seguida, sem pressas. O problema é que esta ilha, ou a problemática de a ser, não se aguenta no resto da intriga. E esta não se aguenta no resto do filme. Capitão a tentar ser Hunt. Numa quase missão impossível, com máscaras e tudo mas sem as reviravoltas necessárias e densas que o verdadeiro thriller pedia. Fica para a próxima.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Um homenzinho
Como nunca usei a expressão "gostar nadinha", e também devido aos efeitos da chuva, vou agora passar a fazê-lo: não gostei nadinha do primeiro Cagalhão América. As comparações, se bem que ténues, ao Indiana Jones deixaram-me mazelas grossas que ainda hoje me acordam. Então rapaziada não é com isto que se vibra. Meia dúzia de bonecos de cartão com pistolas de plástico. Não. Um não tão grande que a sequela mais parece um thriller político do Robert Redford. Que está lá e tudo.
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