O desafio é criar um spot televisivo, com duração máxima de 30 segundos, para o novo filme de Baz Luhrman. O prémio é uma viagem à Australia, para dois e uma viagem a Nova Iorque, também para dois. O desgosto é o facto de eu não morar nos EUA e assim não poder, segundo as regras, participar. Está mal. Porém, os conteúdos para a criação do anúncio estão disponíveis e vale a pena o rápido download, nem que seja pela exclente pasta de imagens que lá vem. Sempre dá para apaziguar a frustação.segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Pôr-do-Sol australiano
O desafio é criar um spot televisivo, com duração máxima de 30 segundos, para o novo filme de Baz Luhrman. O prémio é uma viagem à Australia, para dois e uma viagem a Nova Iorque, também para dois. O desgosto é o facto de eu não morar nos EUA e assim não poder, segundo as regras, participar. Está mal. Porém, os conteúdos para a criação do anúncio estão disponíveis e vale a pena o rápido download, nem que seja pela exclente pasta de imagens que lá vem. Sempre dá para apaziguar a frustação.Odette Yustman
Deu-nos este acordar em Cloverfield e desperto ficou o nosso interesse. Mais uma carinha laroca ou uma real actriz em ascensão, é isso que os próximos trabalhos dirão. Para já aparece como protagonista central do filme de terror The Unborn, uma das muitas histórias que por ano aparecem para nos (tentar) tirar o sono e que assusta assim:sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Os dias do cinéfilo
Dia Normal: acordas, vais para o trabalho, trabalhas, almoças, trabalhas, vais para casa, jantas e adormeces.
Dia Michael Bay: acordas, vais para o trabalho, rebentas com um prédio, não almoças, rebentas com um carro e um helicóptero, não jantas, rebentas com a tua própria cama e não adormeces. É um dia explosivo
Dia David Lynch: acordas, vais para o trabalho num coche guiado por um anão, trabalhas, jantas com uma loura de peruca, desmaias. Acordas outra vez e vais almoçar. É um dia esquisito.
Dia David Fincher: acordas, está a chover, vais para o trabalho num velho carro cinzento, trabalhas, tosses e fumas, almoças um cachorro, está a chover, trabalhas, sangras do nariz e fumas, vais para casa a pé pois o carro avariou, está a chover, comes restos requentados, bebes uma garrafa de whiskey e adormeces. É um dia negro.
Dia M. Night Shyamalan: acordas intrigado em Paris, vais para o trabalho estranho, trabalhas, almoças, trabalhas, todos olham para ti, vais para casa estranho de novo, jantas e antes de adormeceres descobres que afinal estás em Londres. É um dia surpreendente.
Dia Martin Scorsese: acordas, agarras na arma, vais para o trabalho de táxi, matas o taxista, trabalhas, falsificas cheques, lavas dinheiro, almoças num restaurante italiano, trabalhas, roubas, ameaças, vais para casa de limusina, matas o motorista, jantas com uma prostituta, matas a prostituta, adormeces. É um dia sangrento.
O Mitch e a cobra
Venho um pouco atrasado mas só hoje descobri que já está em DVD o Anaconda 3: The Offspring. Finalmente vou poder completar esta excelente trilogia e assim que tiver os três organizo logo uma sessão contínua de Anacondas cá em casa. Isto é que vai ser. E se pensam que a piscadela de olho do Jon Voight,no primeiro, era ridícula, se todo o segundo era uma anedota, pois bem meus amigos neste temos o David Hasselhoff e uma cobra que mais parece um comboio da CP. Penso que não é preciso dizer mais nada.quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
You must've fallen from the sky
Once é como a música que nele reina, tem de ser ouvido e apreciado cá dentro. Podia estar aqui a descrever o rasto desta estrela que caiu, mas o melhor é fecharem a porta e subirem o som até as paredes tremerem que nem câmara bêbada, vibrando as imagens de um dos melhores filmes que vi este ano. Calo-me, porque quando chegamos ao papel, uma história de amor é isto mesmo, uma enorme e poética falta de palavras.segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Balanço em série (parte II)
How I Met Your Mother (4ª temporada) – Esta é a única série que me faz rir com gosto desde Seinfeld. Tem 5 bons actores, óptimas personagens e diálogos geniais. A sorte e o acaso fizeram o resto. Esta nova temporada avizinha-se igual às anteriores, o que é muito bom pois deixa-me francamente bem disposto.
Dexter (3ª temporada) – Aqui todos os elogios são poucos. Estamos perante televisão de luxo, televisão tão boa que por vezes custa a caber num pequeno écran dando ao espectador planos e sequências de puro cinema, de grandes espaços e telas gigantescas. É a melhor em diversas frentes: nos protagonistas, e não falo somente na interpretação portentosa de Michael C. Hall (a melhor interpretação masculina dos últimos anos), todo o resto do elenco é rico e complexo; a história, que se poderia esgotar se caísse nas mãos erradas, encontra sempre maneira de criar curvas e contracurvas numa fórmula que se vai renovando há medida que a ambiguidade vai evoluindo; a realização é espantosa, sempre incisiva e coesa no tom negro que habita nesta Miami; o genérico é uma obra prima e a música leva também nota máxima. Esta terceira série arranca brilhantemente com um acidente de “trabalho” e a notícia de que Dexter vai ter descendência. Melhor não podia ser.
True Blood (1ª temporada) – Deste interior sulista ainda só vi o primeiro episódio mas foi o que bastou para cativar e afiar a dentuça. Num mundo onde os vampiros vivem lado a lado connosco, satisfazendo a sua sede através de uma bebida que tem tudo o que o verdadeiro sangue oferece, uma especial empregada de mesa apaixona-se por um pálido vampiro. Premissa arrojada e original (rima com Alan Ball), que num tom assumidamente adulto, dá o mote para uma série de questões e problemas actuais. A primeira dentada funcionou muito bem comigo, esperemos que continue assim.
Terminator: The Sarah Connor Chronicles (2ª temporada) – Nunca foi muito fácil a vida desta série. Por um lado tem o selo pesado de uma das maiores sagas de ficção científica do cinema e por outro ofereceu-nos uma primeira temporada morna, que, sem comprometer, não despertou grande entusiasmo. Eu, apesar de não ser fã absoluto, gosto bastante do formato e acho que esta segunda temporada promete bastante, com acção da boa e uma excelente história. Entretanto surgiram os rumores que a série seria cancelada para salvar Prison Break, o que me pareceu um absoluto disparate e a aposta mais que certa no cavalo errado! Depois disto pediram novos episódios e mais recentemente deram a ordem para série completa, o que nos deixa respirar com uma pouco mais de vontade.
Life on Mars (1ª temporada) – Fui espreitar este remake duma série da BBC em grande parte porque sinto falta de Journeyman. Os doidinhos das viagens no tempo (como eu) são assim, sempre à procura de mais uma abordagem, de mais um conceito de recuo ou avanço. Não conheço o original de 2006 mas este de 2008 sem ter deslumbrado parece ter o espaço suficiente para crescer. O protagonista não me convenceu de todo mas penso que com o tempo acertará o tom, assim como os secundários que precisam urgentemente de mais visibilidade. Falhas que esperam correcção numa história muito bem imaginada, com doses certas de acção e mistério. sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Despedidas
Esta é uma daquelas cenas que nunca mais me largou. Atrevo-me mesmo a colocá-la na lista de cenas favoritas, de eleição, de coisa alguma que defina o meu carinho por este pedaço de cinema. Um momento que concentra uma série de elementos que se vão comprimindo à medida que o tempo passa. Ficamos apertados até à despedida. O adeus, que era afinal um até já. Para a próxima vais tu, diz ela.
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Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...


