sexta-feira, 30 de maio de 2025
Ep. 12 - The Jungle Book/Mowgli: Legend of the Jungle
quinta-feira, 29 de maio de 2025
A Fonte da Palermice
quarta-feira, 28 de maio de 2025
Alex Warland
Só espero que o Garland não fique um chatinho do caralho e comece só a fazer filmes de guerra. Como aquela fase Zemeckis do Polar Express. Até me arrepiei. Mas pronto, assumindo que a seguir a este voltamos a ter o nosso menino de volta, está aqui mais uma obra de retratos; fazendo agora nós o papel de jornalistas, testemunhas deste episódio. Se esse lado prático de reportagem e anonimato é a sua grande força - nas ondas de cerco e imersão, nas agressões sonoras e visuais - é também o que não nos permite colocar o capacete e sentir. Saímos do filme a cantarolar o Call on Me mas ilesos no resto da partitura.
sexta-feira, 23 de maio de 2025
Final Destination 1-3 (VHS podcast)
Filmes de culto!
Jennifer Lopez abre o culto às Nalgas neste episódio acerca do conceito mais subjetivo de sempre. Apesar dos exemplos extensos e documentados com rigidez científica, ficou de fora o culto de Jessica Alba, o culto de Salma Hayek ou de Jessica Biel. Ou o famoso e fascinante culto de Kate Beckinsale na saga Underworld, onde o culto é sempre bem filmado por trás no ângulo mais perfeito de sempre. Um episódio para os fãs de um bom culto, seja ele grande ou pequeno, empinado ou descaído. Culto é culto, excepto o culto da Yoko Ono, que deus me livre...
domingo, 18 de maio de 2025
Final Destination: Bloodlines (2025)
A minha máscara de optimismo, escondia obviamente, muitas rugas. Em silêncio, digeria preocupações, duvidava dos seus efeitos visuais e acreditava na possibilidade de ser apenas mais um episódio da semana. Os maus tratos rebootianos da última década dão nisto.
Mas não, não não não caraças! Final Destination: Bloodlines é a entrada que precisávamos: revigorante, irreverente, irresistível. E surpreendentemente circular na sua proposta: o caminho de ferro no início, o carro que passa para um lado, o caminho de ferro no final, e o carro que passa para o outro. A moeda, aquela moeda, com os seus percursos inusitados e irónicos. Esta ironia do fado, da "morte correr na família", resulta num tom divertidíssimo - desde as músicas até a algumas revelações novelescas - e num mecanismo que reformula por completo a saga. Permite dar mais força ao conjunto e ao individual, sem nunca esquecer as suas regras base, do quem é a seguir e de como é que te safas, oferecidas numa despedida emocional de Tony Todd: I intend to enjoy the time I have left. And I suggest you do the same. Life is precious. Enjoy every single second. You never know when... Good luck. Boa sorte e que venha o próximo.
Mortes favoritas: O início, que é ele próprio quase uma curta metragem. E claro, a delirante cena do hospital.
Ep. 11 - Mission to Mars/Red Planet
Inspirado pela canção de João Só, Miguel vai a Marte. A viagem acaba como todas as outras incursões ao planeta vermelho: rabinho entre as pernas de volta a casa. Apesar dos processos de terraformação e cultivo de beterraba terem falhado, o vosso astronauta favorito encontra dois antigos artefactos cinematográficos do ano 2000. Pretexto ideal para desenterrar o microfone e voltar ao ativo, porque o universo do Cinema de Gémeo não se explora sozinho.
Que filmes é que andam aí? (Parte II)
- Que filmes é que andam aí?
- Séries, séries, telenovelas, séries.
- E filmes, alguma coisa?
- Sim, o Dallas.
- Então mas isso não é uma série?
- Ah, é...
- ...
segunda-feira, 12 de maio de 2025
Final Destination 2 (2003)
Já não me lembrava que tinha a mocita do Mentes Criminosas. Também já não me lembrava que tinha um conjunto de interpretações e diálogos que "oh valha-me deus, então, mas por favor". Qualquer um daqueles barrotes de madeira tem mais carisma que esta grupeta. Porém, é inegável que esta é a obra que dita as regras e esculpe o molde da saga. A tensão dá lugar ao espalhafato, desde o icónico arranque na autoestrada até às mortes mais mirabolantes e sangrentas. É também um capítulo de real continuidade com o antecessor, trancando a única sessão dupla do conjunto; oferecendo mais, melhor e maior, com expansão da mitologia numa sequência ao contrário e com a possibilidade se poder de facto enganar a morte. Como? Morrendo, claro está.
Melhores mortes: Mãe e filho, ou filho e mãe se quisermos seguir a ordem da nossa amiga.
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[SPOILERS] Não li o livro. Mas, ao sair, senti falta das páginas. Inédito aqui, este luto não lido. Em concreto pelas páginas de detalhe, on...
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Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...





