Calma malta, um de cada vez. Há beijinhos, bacalhaus e apertos de sobra. A própria cidade não se contém. Festa redonda, como o número de primaveras deste maroto, dez. Dez anos no bucho e lendo as efemérides passadas, não existe nada de verdadeiramente novo a ser dito. Vocês já sabem tudo, já aqui disse tudo e aqui continuarei a deixar tudo. À hora marcada, a entrar no carro e a voltar; um tempo à procura de outro. Os eus, constantemente às turras, na senda de consenso, sentido. O último episódio Nas Nalgas do Mandarim não podia vir em melhor altura porque nele habitam as mais sinceras raízes deste estaminé: as histórias, as histórias de cinema e o cinema das histórias. Contá-las, sempre. Obrigado companheiros.
sábado, 6 de maio de 2017
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
-
Dia Normal : acordas, vais para o trabalho, trabalhas, almoças, trabalhas, vais para casa, jantas e adormeces. Dia Michael Bay : acordas, va...
-
no continente: um shampoo fructis anti-caspa, meia dúzia de víveres e o lord of war por 1,89€. * [ps (mais bizarro ainda): na compra de 2 ...
-
We can live like Jack and Sally if we want Where you can always find me And we'll have Halloween on Christmas And in the night, we'l...
3 comentários:
És o maior. Da blogosfera e da podifilia!
Parabéns! Criaste um espaço único, que dá gosto ler. Quando anda tudo atrás do mesmo, vale a pena ler quem se está nas tintas e segue o seu caminho. Venham mais dez!
Obrigado a ambos, pelas palavras e por continuarem a escrever o vosso cinema! Um grande abraço
Enviar um comentário