sexta-feira, 28 de setembro de 2007
A febre dos remakes
Poucos são os remakes que fazem real sentido ou que são necessários no panorama cinematográfico. Este então é um completo disparate!
The Karate Kid é daquelas obras que se conserva intacta no imaginário de cada um de nós. Faz parte da minha adolescência, desde o limpar e encerar, até ao golpe da garça. Cresci a acreditar que um lingrinhas é realmente capaz de ser campeão de karaté e dar uma coça nos maus da fita, cresci a saber que não é um grande filme, longe disso, mas mantenho um carinho que não me deixa tirá-lo lá de cima.
Friday
Monday you can fall apart
Tuesday wednesday break my heart
Thursday doesn't even start
It's friday i'm in love
Tuesday wednesday break my heart
Thursday doesn't even start
It's friday i'm in love
A receita de Setembro
- 1 Prison Break por semana, depois de jantar
- 1 ou 2 CSI sempre que vier o aborrecimento
- 1 Nip/Tuck depois da meia noite, várias vezes ao mês
- 1 Casos Arquivados, acompanhado de 1 Perto de Casa e 1 Lei do mais forte, uma a duas vezes por semana
- 1 Heroes e 1 House, uma vez por semana, não por esta ordem, para preencher a falta de Lost
- Dexter quantas vezes quiserem, várias vezes
As melhoras
sábado, 15 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Já decidiram
Depois de Donnie Darko
Estou muito curioso para ver este novo filme de Richard Kelly, o responsável por um dos meus filmes preferidos de sempre. Wake up Donnie, wake up...Filmes que, infelizmente, são maus

Die Hard 2
Porque deveria ser bom: porque é um Die Hard e depois do primeiro assalto esperava-se um segundo round à altura.
Porque é mau: Renny Harlin, ponto final.
Spawn
Porque deveria ser bom: é uma adaptação de uma BD de culto, escura e interessante.
Porque é mau: é escuro, mas não tem nada de interessante.
Waterworld
Porque deveria ser bom: a história é no mínimo diferente, todo o investimento que houve(muitos e muitos milhões) e os cenários absolutamente estrondosos construídos em alto mar.
Porque é mau: fala-se nas confusões que houve entre o Kevin Costner e o realizador, Kevin Reynolds, que abandonou o projecto a meio, nascendo um produto final débil e sem coesão.
Ghost Rider
Porque deveria ser bom: adaptação da BD da Marvel, com um anti-herói demoníaco deveras diferente.
Porque é mau: basicamente por tudo, desde a cara de plástico do Nicolas Cage até ao pior vilão que a sétima arte já conheceu.
Pearl Harbor
Porque deveria ser bom: sinceramente não sei.
Porque é mau: Michael Bay, Ben Affleck e Josh Hartnett. É preciso dizer mais alguma coisa?
Código Da Vinci
Porque deveria ser bom: polémicas à parte, o livro tinha uma história cativante cheia de ritmo e aventura. O filme seria o visualizar desta cruzada, presa no imaginário de milhões de pessoas.
Porque é mau: é aborrecido. Desde o primeiro ao último minuto, com um Tom Hanks desinspirado e um Ron Howard do piorzinho que pode haver. Por favor não façam outro! (infelizmente acho que já vem a caminho).
Tróia
Porque deveria ser bom: tendo como base os poemas de Homero, um elenco bem composto e um trailer absolutamente arrasador, esperava-se um épico.
Porque é mau: parece uma novela mexicana de fraca qualidade, com interpretações de fugir e uma duração de desesperar o mais paciente dos espectadores.
Pesadelo Cor de Rosa
Porque deveria ser bom: há sempre aquela esperança....
Porque é mau: é impossível descrever por palavras um dos maiores disparates que já vi numa sala de cinema. Até resumia brevemente o enredo mas depois lembrei-me, enredo? Qual enredo?
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Ainda o Edward Norton
Em vésperas do 11 de Setembro, lembrei-me da Última Hora, o melhor filme americano pós tragédia e o melhor filme do Spike Lee. E recordar este último dia na vida de um futuro condenado é recordar um dos meus actores favoritos Edward Norton. Vi há pouco tempo O Ilusionista (filme linear, sem espinhas, muito bem feitinho e eficaz) e fiquei com os saudades de o ver mais, de poder saborear toda a sua presença, porque é dos poucos actores da sua geração com uma gigantesca presença sempre assente em fabulosos discursos, como a carta de amor do post anterior ou qualquer reflexão do seu clube de combate. Para recordar, uma cena que ainda hoje me dá um arrepio na espinha, não é a morte, nem o acto em si, mas sim aquele sorriso e levantar de sobrancelhas que ele lança a Furlong, são nestes momentos que penso: caramba que grande actor!
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