quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Jerry
Ontem foram os inícios. Hoje são os finais. Em especial o final daquela que é para mim a pérola das séries de comédia, a perfeição da piada do quotidiano e da simples gargalhada sobre o nada. Durante 9 anos, com uma qualidade e estabilidade inigualáveis, Seinfeld está na história, como marco, ponto de viragem e como tudo o resto de um futuro que terá sempre de ir tirar apontamentos aos cadernos deste senhor. Com o lançamento para o mercado da nona e última série e da Box completa com todos os episódios, ficam aqui as imagens finais.
Não sou grande fã dos The Killers, mas qualquer desculpa é boa para escrever Lou Reed, Joy Division e Tim Burton no mesmo post
O novo e terceiro álbum dos The Killers, Sawdust - um álbum de lados-b e raridades - foi lançado hoje (dia 13) nos Estados Unidos. Contém uma versão dos Joy Division (Shadowplay - que constará de In Control), outra dos Dire Straits (que não sei qual é nem me interessa porque não gosto dos Dire Straits) e um tema da banda sonora do Homem-Aranha 3, no meio de muitas músicas que ficaram por editar nas gravações dos álbuns anteriores e um ou outro inédito. O grande destaque vai para o inédito Tranquilize, com o mestre Lou Reed. Ei-lo:
[Chateia-me um bocado bastante grande que um dos melhores videoclips de sempre da história da música não seja possível de figurar neste blogue do Miguel, cuja qualidade eu interrompo de quando em vez. Bones, realizado pelo Tim Burton, - pelo Tim Burton, senhores! - pertence ao segundo álbum dos The Killers, Sam's Town, o tal que teve a polémica nota 0 (zero!) no Y, que agora parece que se escreve por extenso. Ter nota zero no Y seria o meu segundo sonho se o meu primeiro sonho fosse fazer um disco. Era esse o vídeo que eu queria pôr aqui, apesar do Tranquilize ser o actual, ser a notícia, ser com o Lou Reed e demais argumentos. Embedding disable by request, ainda assim, e como provavelmente não têm nada mais interessante para fazer, resta-me deixar-vos o link aqui. Perdão, aqui.]
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Começar com chave de ouro
As séries evoluíram. E com elas os genéricos iniciais. Mais rápidos (não excedem os 30 segundos, lembro-me quando eram músicas inteiras de 2 minutos ou mais e que víamos todos os dias a mesma coisa), mais eficazes (rapidamente vemos o nome da série e percebemos onde estamos) e visualmente muitos mais apurados (surgem ideias realmente incríveis e verdadeiras obras de arte, como o nosso amigo Dexter). Um exemplo disto é uma introdução da nova temporada, de seu nome Journeyman. Ainda não tem luz verde para uma temporada inteira, mas tem bons actores, uma história bastante interessante (viagens no tempo são a minha perdição) e esta carta de apresentação :
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Não gosto da quarta-feira

Mas adoro este filme. Aventura futurista com Ralph Fiennes e Julliette Lewis, numa sociedade acabada e destruída por estes estranhos prazeres. Escuro,sexual,violento e visualmente deslumbrante é uma fita que pede claramente para ser relembrada. Marcou-me na altura e ainda hoje penso que o fim dos dias será assim. E se o fim deste blogue tivesse créditos, seriam sem dúvida estes...
terça-feira, 6 de novembro de 2007
O diálogo

One night, he got me very drunk. You must understand, I owed him a lot of money. But he knew what he was doing.
What was he doing?
I lost all of it. One hand of poker.
You lost your birthright... in one hand of poker.
I'm an asshole, what can I tell you?
Uh-huh. So that's why he hates you and you hate him.
Oui... that and I slept with his wife.
(Qual é o filme?Na foto o realizador)
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
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Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...
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[SPOILERS] Não li o livro. Mas, ao sair, senti falta das páginas. Inédito aqui, este luto não lido. Em concreto pelas páginas de detalhe, on...






