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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O dia em que Homeland ficou cocó

Antes deste terceiro episódio começar a minha mãe lançou o apelo, "espero que a rapariga não apareça de novo". "Tem calma mãe", disse eu, a pensar que nada poderia ser pior que 50 minutos de Dana Brody. Sou ingénuo e com Tower of David Homeland torna-se ainda mais exasperante. Brody nas obras, carequinha e meio fraquinho, a recuperar e tentar fugir. Tenta não consegue, tenta, consegue e depois não consegue outra vez. No fim manda um chuto para acalmar. O episódio acaba. Ah e pelo meio, para desconcertar - e não, não combina - tivemos Carrie a vir ao jardim falar com um senhor. O que se passa? Quem escreve estes blocos de pasmaceira? Esta não pode ser a mesma série que há um ano arrancou destemida, destapando todos os véus e colocando todas as cartas na mesa. Não pode ser. Ou se é então chegou ao fim. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Imparável

As reticências já se foram. Junto com as ressalvas, sanita abaixo. Homeland voltou com uma força que nos atira ao chão e nos cola ao tecto. Já? Mas já? Perguntamos, habituados ao ritmo estabelecido por outrem. É o momento, vivido a mil, trocando ideias e oferecendo surpresas. Uma tour de force de um aparente conceito gasto. Absolutamente imperdível.