Há uma cena em que a Ana de Armas tenta parar um pouco e beber um café. Assim que leva a chávena à boca entra um cavalheiro bar adentro e atira-lhe logo com uma panela às trombas. É assim, do início ao fim. - Deixa-me só ver que horas são....puummmmmboommmmmm, atropelada por um carro, tiros, pratos, granadas, lança-chamas. Deu-me aquela saudade na barriga dos primeiros John Wick, da ação mais contida, corpo a corpo, do desenrasque. Há um desnível assumido de forças e Eve (e este Ballerina) usam-no de forma inventiva, diferenciadora e memorável. Com aquela pinta púrpura deste universo. Falta de facto maturidade à intriga e alguma sensualidade (quiçá uma cena de sexo) mas se tudo correr bem neste jardim, a noite ainda é uma criança.
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quinta-feira, 12 de junho de 2025
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