Um bocado estranho, que tamanhas unhas de edição não consigam abrir conteúdo algum. Descolar qualquer sinal, de qualquer personagem. E uma coisa não engole a outra, pelo contrário, deveriam e poderiam ser parceiras. A montagem tem uma vontade fresca, arisca, de arriscar, requintada por uma cor e uns efeitos bestiais. Com frames no ponto, quase da pintura, como ele com a máscara e a espada. Mas depois, não há bate que bate, baque baque, são nomes de cartão que saltitam de um nenúfar para o outro, fugindo. E nós, assim, vamos também indo, desistindo.
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quinta-feira, 11 de maio de 2017
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