Irrita sempre a tentativa redutora da vilania. Uma pedra, um corta unhas, um aspirador, terrível porcaria que acaba com o universo. É uma, duas, todas as vezes da nossa pachorra, até o plano deixar de ser real. Como diz Gyllenhaal em Enemy, da primeira vez é uma tragédia, da segunda uma farsa. Mas, apesar do típico, Guardians of the Galaxy consegue, mesmo a rasgar, no limite das forças e regras, apontar a narração para um grupo e suas problemáticas. As línguas, a comunicação, trabalhadas de forma hilariante - mas porque eles têm um pau enfiado no cu? - até conquistarem o filme, a audiência. Descendo aos infernos possíveis do clássico, voltando atrás para apanhar um walkman ou dançando sem tempo na cena de abertura. Vamos lá, come and get your love.
Mostrar mensagens com a etiqueta Guardians of the Galaxy. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Guardians of the Galaxy. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)
-
Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobo...
-
[SPOILERS] Não li o livro. Mas, ao sair, senti falta das páginas. Inédito aqui, este luto não lido. Em concreto pelas páginas de detalhe, on...
