É daqueles instantes, que tem tanto de lógico como de sei lá. Consigo escrever, de como o miúdo é incrível, de como todos envelhecem sem nada dizer, de como a animação nos rouba o fôlego, de como as cores nos enchem a íris ou de como o monstro se torna tão nosso. Eu consigo, mas não há base que sustente o aperto, não há experiência que certifique a ternura, o apreço e a certeza de que A Monster Calls é um dos filmes mais bonitos desta última década.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Quase que conseguiam
Outra coisa. Um bocado mais chata. Por alma de quem é que estrearam o A Monster Calls sem dizer nada a ninguém? As palermadas lá do outro médico que é estranho, ou dos monstrinhos fora do prazo do tio Potas, isso é que é para mamar. Ou até o Palmeiras na Neve, que teve mais destaque. Este mais um bocadinho era projectado à entrada, na parede, com um projector BenQ de 150 euros. Ainda para mais, cereja das cerejas, traduziram para Sete Minutos Depois da Meia-Noite. A monster, sete minutos, calls, depois da meia noite. Foda-se, assim não.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Ele chama
Disseram assim: dá para fazer aquela merda do Spielberg mas em bom? Ao que o Bayona respondeu, dá sim senhor. E pode ser colagem de tantas outras viagens, das crianças e suas coisas selvagens, seus labirintos e gigantes, mas este monstro é possivelmente a coisa mais bonita que vamos ver este ano. Pelo menos a palete que aqui serve de aperitivo. Incrível.
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