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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Já posso sair?


Deixei a euforia passar. As salas ficarem vazias, as bilheteiras terem bilhetes e a minha chama por Barbara Cabrita apagar. Estou a brincar, ainda a amo muito, mas não é a mesma coisa. Quanto à gaiola, existe, pelo menos cá em casa, um respeito inevitável. Filme comercial português com o corpo todo, que não cai na instabilidade da premissa - como tantos outros. É claro que o respeito podia ser admiração, tivesse a obra arriscado para o outro lado: na linha segura, sempre que decide pisar a berma é a patetice. O exagero palerma da comédia. Não precisava, pelo contrário, espessura e algum peso, tinham feito deste fenómeno algo muito mais fenomenal.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O meu nome é Miguel Ferreira. Já vi A Gaiola Dourada. Se precisarem de abrigo, protecção, ajuda...peçam ao meu irmão que ele ontem foi ao bar. Esperto.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O meu nome é Miguel Ferreira. Sou um sobrevivente do fenómeno A Gaiola Dourada. Todos os dias, por esta hora estarei aqui. Se estás a ler isto, se ainda não viste o filme, eu posso providenciar abrigo, protecção...não estás sozinho.