segunda-feira, 13 de maio de 2013

Take 30

Ennio Morricone (3)

Então se é Joe Wright a realizar aquela coisa das 50 sombras lá vamos ter nós de levar com a magricela a fazer de jovem executiva submissa porca badalhoca. 

Boas companhias


Uma coisa que percebi, depois de ter percebido que o Benfica perdeu, foi que o verdadeiro elenco de luxo permanece escondido no anonimato. Só estrelas, só grandes nomes - sim Cloud Atlas és tu - quando na verdade é a modéstia que tem o céu. The Company You Keep, faz-se valer do mais incrível conjunto de actores a trabalhar juntos desde outra obra discreta qualquer, e que eu agora não recordo. Como se nada fosse. Isso reconforta, saber que há ainda alguém que nos leva a sério. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A velha da patada


A respeito do trailer onde o Channing Tatum tem de salvar o Presidente dos EUA, duas palavras: tenham juízo. O único grande clássico do género "raptaram a minha filha e por isso vão levar na boca" é o Sudden Death com o tio Van Damme, o resto é caca. 

Prendas

cá estão, para o Verão. 

É involuntário

Continuo sem conseguir levar a sério qualquer filme que tenha a Sandra Bullock.

A mosca


Um dia ou daqui a pouco tempo, numa enciclopédia ou numa daquelas irritantes listas de fim de época, constará como episódio comum Fly. Chapa 10, temporada 3, Walter prende-se no laboratório para tentar capturar uma mosca, eventual fonte de contaminação. Assim, em vez de sair da caixa, Breaking Bad esconde-se nela e explica, com apenas dois actores, o que é contar uma história. Chegámos ao topo da montanha. Mais do que uma homenagem a uma dupla, é uma prenda redentora: para eles e para nós. A claustrofobia nunca foi tão livre. É o meu favorito, é uma magnífica lição de entretenimento, hoje e sempre.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Come come Mr. Bond

São dois gajos a passear e a comer. Ficam, comem, seguem. Nas entrelinhas imitam outros actores, vozes ou cenas. Também cantam. E que maravilha de filme. Steve Coogan e  Rob Brydon, versões ficcionadas deles próprios numa viagem ao longo dos melhores restaurantes do norte de Inglaterra. Como em Odisseia, são dois amigos que se perdem no interior de um país e suas montanhas, seus grandes vazios, na esperança de um encontro. Sempre com um timing quase criminoso: os momentos de genial diálogo afastados por grandes silêncios, sabendo que a vida é para rir mas também para respirar. Magnífico. 


Dos primos dos amigos dos produtores de uma comédia britânica de sucesso

Achas mesmo que eu ia ver um filme só por causa da Rose Byrne? Sim, fui. É tão pobrezinho de ideias que nem a beiça cheia de botox da Anna Faris consegue enriquecer o todo. Tem muito pouco de inglês e, pior, tem muito pouco de comédia. Os pequenos nadas fazem-se esporadicamente ouvir nalguns gesto do quotidiano mas tirando isso é tiro surdo. E bem ao lado.